Postagem por: Julia Brum
24.10.2019

Na madrugada desta quinta-feira, Selena Gomez surpreendeu todos os seus fãs ao lançar a faixa dançante “Look At Her Now” como segundo single do seu próximo álbum. Sem confirmação de que será trabalhada como single promocional ou como single oficial, a animada “Look At Her Now” traz Selena deixando para trás um relacionamento tóxico e se sentindo bem consigo mesma.

Composta pela própria Selena e pelos seus colaboradores de longa data, Julia Michaels e Justin Tranter, a canção foi produzida por Ian Kirkpatrick, produtor de “Bad Liar” e “Back To You”, que também auxiliou na composição.

“Look At Her Now” foi lançada em todas as plataformas após Selena anunciar a canção em uma transmissão ao vivo em seu Instagram. Após o lançamento, a cantora deu uma entrevista para a Kiss FM onde falou um pouco sobre a canção e sobre “Lose You To Love Me”: “É bastante auto-explicativo. Eu compus ‘Lose You To Love Me’ há 1 ano e acho que nem remotamente poderia lança-la. Foi uma representação muito crua do que eu passei. Agora eu preciso compartilhar outra versão de mim. Primeiro irei contar como me senti [Lose You To Love Me], e depois irei contar como me sinto agora [Look At Her Now] e essa são duas coisas diferentes. Inicialmente estávamos lançando apenas ‘Lose You To Love Me’, mas eu senti como se estivesse fechando este capítulo da minha vida há anos e então eu quis que ‘Look At Her Now’ fosse lançada em seguida. Fiz isso pelo meus fãs, eu queria que eles soubessem que eu estou bem.”

Dirigido por Sophie Muller, diretora de “Good For You” e “Lose You To Love Me”, o clipe apresenta uma estética colorida com muita coreografia, além de também ter sido gravado em um iPhone 11 igual o seu antecessor “Lose You To Love Me”. Confira abaixo o clipe e a tradução do segundo single da era “SG2”, a dançante “Look At Her Now”

“Look At Her Now”

“Olha Para Ela Agora”

They fell in love one summer

Eles se apaixonaram em um verão

A little too wild for each other

Um pouco selvagem demais um para o outro

Shiny ’til it wasn’t

Brilhante até não ser mais

Feels good ’til it doesn’t

Fazia bem até não fazer mais

It was her first real lover

Este foi seu primeiro amor verdadeiro

His too ’til he had another

O dele também até ele arrumar outra

Oh, God, when she found out

Oh, Deus, quando ela descobriu

Trust levels went way down

O nível de confiança despencou

Of course she was sad

É claro que ela estava chateada

But now she’s glad she dodged a bullet

Mas agora ela está feliz que desviou de um tiro

Took a few years to soak up the tears

Precisou de alguns anos para secar as lágrimas

But look at her now, watch her go

Mas olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Look at her now, watch her go

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Wow, look at her now

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Look at her now, watch her go

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Wow, look at her now

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Wow, look at her now

Wow, olha para ela agora

Fast nights that got him

Noites rápidas que o prenderam

That new life was his problem

Aquela vida nova era o seu problema

Not saying she was perfect

Não que ela fosse perfeita

Still regrets that moment

Ainda se arrepende daquele momento

Like that night

Como aquela noite

Wasn’t wrong, wasn’t right, yeah

Não estava errado, nem certo

What a thing to be human (What a thing to be human)

Que coisa é ser humano (Que coisa ser humano)

Made her more of woman (Made her more of a woman)

A tornou mais mulher (A tornou mais mulher)

 

Of course she was sad

É claro que ela estava chateada

But now she’s glad she dodged a bullet

Mas agora ela está feliz que desviou de um tiro

Took a few years to soak up the tears

Precisou de alguns anos para secar as lágrimas

But look at her now, watch her go

Mas olha para ela agora, a veja partir

 

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Look at her now, watch her go

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Wow, look at her now

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Look at her now, watch her go

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Wow, look at her now

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Wow, look at her now

Wow, olha para ela agora

Wow, look at her now (Look at her now)
Wow, olha para ela agora (Olha para ela agora)
(Look at her now)
(Olha para ela agora)
Wow, look at her now
Wow, olha para ela agora

She knows she’ll find love (She knows)

Ela sabe que encontrará o amor (ela sabe)

Only if she wants it

Somente se ela quiser

She knows she’ll find love (She knows)

Ela sabe que encontrará o amor (ela sabe)

She knows she’ll find love (She knows)

Ela sabe que encontrará o amor (ela sabe)

Only if she wants it

Somente se ela quiser

She knows she’ll find love (She knows)

Ela sabe que encontrará o amor (ela sabe)

On the up from the way down

No topo da jornada

Look at her now, watch her go

Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm, look at her now, mm-mm (Oh)

Mm-mm, olha para ela agora, mm-mm (Oh)

She knows she’ll find love (She knows she will)

Ela sabe que encontrará amor (Ela sabe que encontrará)

Only if she wants it

Somente se ela quiser

She knows she’ll find love

Ela sabe que encontrará amor

Look at her now, yeah (Look at her now)

Olha para ela agora, sim (olha para ela agora)

She knows she’ll find love (She knows she will)

Ela sabe que encontrará amor (Ela sabe que encontrará)

Only if she wants it

Somente se ela quiser

She knows she’ll find love

Ela sabe que encontrará amor

Wow, look at her now

Wow, olha para ela agora

CAPTURES

Tradução e Adaptação: Selena Gomez Brasil

Postagem por: Julia Brum
23.10.2019

ACABOU A ESPERA! Após quatro anos aguardando o inicio de uma nova era, Selena Gomez finalmente lança a bela e intimista balada “Lose You To Love Me“. A canção mostra um amadurecimento sonoro e também pessoal de Selena onde a cantora relata a superação de um romance fracassado. Mostrando amar-se em primeiro lugar, Gomez soa angelical nesse potencial sucesso.

Composta pela própria Selena e por seus colaboradores de longa data, Julia Michaels e Justin Tranter, a canção foi produzida por FINNEAS, aclamado produtor de todo o álbum de estréia de sua irmã Billie Eilish. Sendo um sucesso mundial, “Lose You To Love Me” já atingiu o primeiro lugar no iTunes de mais de 70 países, incluindo o USA e o mundial, se tornando o primeiro #1 solo de Selena em ambos.

Gravado em um iPhone 11 em parceria com a Apple, o videoclipe da canção já ultrapassou 18 milhões de visualizações no YouTube, tendo em sua pré-estreia, 200 mil pessoas acompanhando a transmissão ao vivo da plataforma.
Confira abaixo o clipe, além da letra e a tradução da aguardada canção de volta de Selena Gomez para a indústria musical:

Lose You To Love Me

Te Perder Para Me Amar

You promised the world and I fell for it
Você me prometeu o mundo e eu caí nessa
I put you first and you adored it
Eu coloquei você em primeiro lugar e você adorou
Set fires to my forest
Incendiou a minha floresta
And you let it burn
E você deixou queimar
Sang off-key in my chorus
Cantou desafinado o meu refrão
‘Cause it wasn’t yours
Porque não era seu
I saw the signs and I ignored it
Eu vi todos os sinais e os ignorei
Rose-colored glasses all distorted
Lentes cor-de-rosa distorcidas
Set fire to my purpose
Incendiou o meu propósito
And I let it burn
E eu deixei queimar
You got off on the hurtin’
Você aproveitou o sofrimento
When it wasn’t yours, yeah
Quando não era seu

We’d always go into it blindly
Nós sempre entramos nisso às cegas
I needed to lose you to find me
Eu precisei perder você para me encontrar
This dancing was killing me softly
Essa dança estava me matando aos poucos
I needed to hate you to love me, yeah
Eu precisei te odiar para me amar

To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me, yeah
Eu precisei te perder para me amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me
Eu precisei te perder para me amar

I gave my all and they all know it
Eu dei tudo de mim e todo mundo sabe
You turned me down and now it’s showing
E você me destruiu e agora estamos vendo
In two months, you replaced us
Em dois meses, você nos substituiu
Like it was easy
Como se fosse fácil
Made me think I deserved it
Me fez pensar que eu merecia
In the thick of healing, yeah
Enquanto eu me curava

We’d always go into it blindly
Nós sempre entramos nisso às cegas
I needed to lose you to find me
Eu precisei perder você para me encontrar
This dancing was killing me softly
Essa dança estava me matando aos poucos
I needed to hate you to love me, yeah
Eu precisei te odiar para me amar

To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me, yeah
Eu precisei te perder para me amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me
Eu precisei te perder para me amar

You promised the world and I fell for it
Você me prometeu o mundo e eu caí nessa
I put you first and you adored it
Eu coloquei você em primeiro lugar e você adorou
Set fires to my forest
Incendiou a minha floresta
And you let it burn
E você deixou queimar
Sang off-key in my chorus
Cantou desafinado o meu refrão

Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me, yeah
Eu precisei te perder para me amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me
Eu precisei te perder para me amar

And now the chapter is closed and done
E agora o capítulo está fechado e encerrado
And now it’s goodbye, it’s goodbye for us
E agora é adeus, é adeus para nós dois

 

CAPTURES
 

 

Tradução e adaptação: Selena Gomez Brasil

Postagem por: Samuel Rodrigues
07.10.2019

Estreou, na plataforma da Netflix, na última quarta-feira, 2, “Living Undocumented”, série documental produzida por Selena Gomez. O documentário, já aclamado por grandes jornais como CNN e The Guardian, conta com seis episódios e acompanha a vida de oito famílias que imigraram para os Estados Unidos. Na noite do mesmo dia, foi realizada a première em Los Angeles, evento para o qual a atriz e cantora usou um traje da grife Versace. Confira todos os detalhes abaixo:

“Esta garotinha foi separada de sua tia e tio quando eles foram detidos na borda. Todos nós ouvimos histórias nos noticiários, mas este é o lado dela da história. Estou muito orgulhosa disso e mal posso esperar para vocês assistirem. “Realidade Não Documentada”, disponível agora na Netflix”.

02.10 – PREMIERE DA SÉRIE DOCUMENTAL “LIVING UNDOCUMENTED” EM LOS ANGELES, CALIFÓRNIA

RESENHAS

The Guardian

NOTA: 5/5

Kansas City, Missouri, 2018. É noite e Luis, seu filho de três anos, Noah, e a advogada Megan Galicia estão esperando em um estacionamento isolado por uma van branca. Lá dentro, está a mãe do garoto, a parceira de Luis, Kenia. Ela está grávida de seis meses e foi detida pelo Ice (Departamento de Imigração dos Estados Unidos) há mais de seis semanas pelo crime de morar sem documentação nos EUA sob o governo Trump. A ordem de remoção foi apresentada a ela enquanto ela dormia em um carro a caminho de um casamento da família. O filho e o parceiro assistiram quando ela foi acordada, algemada e levada embora. Agora, ela e Noah serão deportados de volta para Honduras, o país do qual fugiram por causa de um marido abusivo.

Luis, que também não tem documentação, tomou a decisão extraordinária de entregar seu filho à instalação, correndo grande risco pela sua própria liberdade. Por quê? Ele quer se despedir da sua parceira, filho e bebê que ainda não nasceu.

A van não está lá. Kenia já está dentro. Acontece uma tentativa desesperada de negociar o adeus a fim de que aconteça fora e não no lobby, onde Luis corre maior risco de ser detido. É a isso que promulgamos a política de imigração de “tolerância zero” do presidente: uma divisão arbitrária entre dentro e fora. Noah, enrolado em um cobertor e segurando um dinossauro de plástico, olha sem expressão. Eles se recusam a trazer Kenia para fora. “Se eu optar por mantê-lo sob custódia porque você está aqui ilegalmente, é isso que faremos”, diz um funcionário da Ice, cheio da lei e da impunidade. “Não mantemos as pessoas reféns aqui.” Galícia solta uma risada vazia.

Os seis episódios de Living Undocumented (Netflix) contam as histórias de oito famílias sem documentos que enfrentaram a deportação em 2018 (e participaram correndo grandes riscos). Spoilers são redundantes: todos sabemos como essas histórias acabam. Muitas pessoas foram deportadas. Aquelas que não foram estão no limbo. Não houve finais felizes.

Cada história começa e termina abruptamente. As vidas destruídas ou salvas temporariamente sangram umas nas outras antes de desaparecerem quando a próxima toma seu lugar. Muitos realizam check-ins regulares nas instalações da Ice, que, sob o governo Trump, carregam a ameaça assustadora de detenção instantânea. O sistema de imigração labiríntico é explicado por brilhantes cabeças falantes, que, por acaso, são mulheres. Algumas histórias são mais perturbadoras do que outras. Como filha de imigrantes, tudo me fez chorar.

É extremamente estressante assistir: as horas sendo contadas até a deportação, a espera por telefonemas emitindo veredictos sobre se as pessoas podem permanecer (a resposta é quase sempre não), os pais traumatizados escovando os dentes das crianças no dia do acerto de contas com lágrimas nos olhos e uma terrível calma fingida. “Como você arruma 21 anos de sua vida?”, pergunta Alejandra, uma esposa de um militar que fugiu do México em 1998 e cujo marido votou em Donald Trump. A ligação vem. O apelo dela foi rejeitado, ela tem dois dias para sair. Um de seus filhos irá com ela, o outro ficará. “Não há nada que possamos fazer”, lamenta em cima de seu cachorro, que lambe as lágrimas. O episódio termina.

Aqui está o custo humano da desumanização da política populista – o ambiente hostil que reconhecemos em espírito, se não força, em solo britânico. Muitas classes, raças e etnias estão representadas, desde o pobre operário latino-americano (Luis) até o “garoto propaganda da imigração” israelense (Ron), que é co-proprietário de uma empresa de embalagens californiana e vive sem documentação há 17 anos porque chegou três meses após o 11 de setembro. O mau momento, a retórica anti-imigração e as políticas de governos sucessivos, atingindo sua apoteose bárbara com o governo atual, ditaram a vida de sua família.

E assim vai. De volta ao estacionamento de Kansas City, o oficial da Ice agarra o braço de Luis, tendo decidido prendê-lo. “Você vai fazer a criança chorar”, alerta Galiza. Quando ela tenta seguir o oficial, com Luis e Noah já dentro, o ele a empurra para fora e a joga no chão, fraturando sua perna. “Eles nos enganaram”, diz quando a porta se fecha. As câmeras continuam rolando. Um pequeno grupo de manifestantes olha com o rosto pálido. Um grita no escuro: “Como você dorme à noite?”. Outro segura um cartaz que diz: “O MUNDO ESTÁ OLHANDO”.

Não se afastar de um documentário tão comovente quanto esse é uma maneira de continuar assistindo. Nesse clima, começa a parecer um pequeno ato de resistência. Como o governo Trump continua a atingir todos os homens, mulheres e crianças não documentados nos EUA, o que podemos fazer além de nos recusar a desviar o olhar?

Ready Steady Cut

NOTA: 4,5/5

Não preciso escrever esta resenha para que você entenda as vertentes surgidas sob as mudanças políticas do governo Trump. Está bem documentado em várias fontes da mídia sobre a “crise de fronteira” e a retórica de Trump no México. Vivemos em tempos ampliados e sem precedentes, onde uma celebridade enraizada na cultura política pode decidir sobre a vida de imigrantes, refugiados e requerentes de asilo. Recentemente, em muitas formas de TV e cinema, o ICE foi representado como uma organização vilã, projetada para separar as famílias.

Viver sem documentos é, francamente, importante. Embora tenhamos nossa assinatura do Netflix como garantia, sabendo que nossas famílias provavelmente estarão em nossa vizinhança amanhã, para muitas pessoas que vivem nos Estados Unidos, há um medo genuíno de ser deportado sistematicamente de volta para um país que eles mal reconhecem. Quando Barack Obama concedeu status legal para “sonhadores”, ele o fez sabendo que as crianças não mereciam ser punidas pelas circunstâncias. Donald Trump mal podia esperar para colocar uma gargantilha no DACA*.

Há muito calor contra Trump nos documentos, e com razão. A crueldade da política de “tolerância zero” gerou imagens de milhares de crianças separadas de suas famílias na fronteira. Viver sem documentos raramente dá esperança, mas aumenta a conscientização, que é igualmente crucial no mundo politicamente distorcido em que estamos vivendo agora.

Viver sem documentos não é apenas sobre o ICE. O documentário estuda oito famílias e suas diferentes circunstâncias sobre como eles acabaram nos Estados Unidos sem status legal. Há uma tendência comum destacada na série que eu sinto que precisa chegar mais em casa – as pessoas não cruzam fronteiras com outros países porque consideram divertido. A série Netflix garante que a mensagem seja divulgada ao público em cada capítulo.

Em Living Undocumented, há momentos perturbadores que eu gostaria de não ter testemunhado. Não é o espetáculo disso que é perturbador; é essa ansiedade genuína que as famílias enfrentam todos os dias que se apega a um ente querido e aparece em cada episódio. Somos apresentados a adolescentes que nunca pisaram na Colômbia, que correm o risco de serem enviados para esse país e têm a perspectiva de serem assassinados devido à associação com o pai oprimido. Living Undocumented apresenta pessoas corajosas, submetendo-se ao mundo, sabendo muito bem que estão se colocando em risco.

E a conscientização é a vanguarda de Living Undocumented. Enquanto caipiras orgulhosos esforçam-se para destacar o orgulho que têm de nascer nos EUA, devemos lembrar aos não evoluídos que onde você nasceu é puramente por acaso. É mais provável que você seja atingido por um raio um milhão de vezes do que nascer como humano. Você poderia ter sido uma árvore. Sua mãe poderia ter tomado um copo extra de vinho. Portanto, essa noção de que você deve se orgulhar imensamente da roleta científica é um absurdo bárbaro, e uma riqueza de auto-direitos racistas que não podemos aceitar.

Living Undocumented faz um trabalho maravilhoso na introdução de especialistas em direito que investigam os regulamentos de imigração e as engrenagens que o mantêm desumano. Aprendemos que você pode, inadvertidamente, ser colocado na lista de proibições permanentes apenas aceitando um emprego e tributando seus salários. Existem muitas brechas para o Departamento de Imigração, mas o acesso é limitado para famílias presas no limbo.

A primeira temporada de Living Undocumented da Netflix é um dos documentários essenciais deste ano. Espero que eduque mais algumas pessoas sobre a verdadeira “crise das fronteiras”.

CNN

NOTA: 80/100

“Realidade Não Documentada” é peça intensa de ativismo que – por todas as lágrimas e momentos de cortar o coração – provavelmente acabará atingindo seu objetivo. A apresentação da Netflix, no entanto, coloca rostos na forma como se porta a política de imigração dos Estados Unidos, enquanto faz questão de observar o papel das administrações anteriores e da atual.

Contando com a cantora e atriz Selena Gomez entre seus produtores, o documentário de seis partes conta as histórias de múltiplas famílias, cada uma lidando com ameaças de deportação de um ou mais de seus membros.

No processo, os cineastas – Aaron Saidman e Eli Holzman – procuram desmistificar muitos dos argumentos conhecidos, incluindo os pontos de discussão “venha da forma correta” e “entre na linha”, derrotados por advogados de imigração que detalham porquê os cenários que receberam imigrantes nos séculos XIX e XX não se aplicam mais.

Sem surpresa nenhuma, a linha dura de abordagem do governo Trump é colocar sob uma luz extremamente desagradável e as discussões sobre a falta de confiança nos mecanismos de aplicação ficam claros em uma abertura particularmente maravilhosa: um momento quando um homem sem documentação, Luis Diaz, que estava indo visitar sua namorada sob custódia, é apreendido, enquanto policiais empurram violentamente seu advogado – que queria ficar ao lado de seu cliente – para fora direto para o chão.

Ao mesmo tempo, os experts entrevistados deixam claro que os problemas que cercam as políticas de imigração nos Estados Unidos não começaram com Trump, voltando aos detalhes táticos e retóricas duras implementadas por Bill Clinton e todos os presidentes que o sucederam, em graus variados.

Oito famílias participaram do projeto, e as separações de algumas delas – incluindo situações envolvendo crianças pequenas – podem ser difíceis de assistir. Situações envolvendo o DACA, que deixa claro que eles [imigrantes] não possuem vínculos ou lealdade com os países em que nasceram, mesmo tendo passado toda a vida nos Estados Unidos.

Se tem um coração e alma do programa, essa pessoa é Luis Diaz, que vive no Texas, esperando um filho com sua namorada, Kenia Bautista-Mayorgara, que está com a deportação agendada para sua terra natal, Honduras, com seu filho de três anos de idade, Noah, a quem Luis vê como filho dele.

Mesmo que a maioria das famílias tenham vindo do México e América Central, outros têm raízes em Israel, Africa e Laos. Em quase todos os casos, crianças estão agonizantemente envolvidas, assim como Alejandra Juarez, uma esposa de militar (seu marido, Temo, fazia parte da Marinha e votou em Trump) com deportação agendada para o México com suas filhas de 9 e 16 anos.

“Minha mãe não é uma criminosa”, diz a filha mais nova, Estela.

Dado o sentimento e políticas cercando o assunto – agravado pela separação de pais e filhos pelo governo – é difícil ver com clareza essas histórias sem que as pessoas se retirem para seus cantos ideológicos.

Mesmo que seja bom pensar que as histórias pessoais contadas em “Realidade Não Documentada” possam contribuir para uma discussão profunda sobre a política de imigração, este não parece o mundo onde nenhum de nós está vivendo.

PRIMETIMER

NOTA: 100/100

“Living Undocumented” é a mais recente contribuição para o crescente corpo de jornalismo em vídeo que captura a tristeza humana causada pelas novas políticas agressivas de imigração dos Estados Unidos. As famílias que concordaram em contar suas histórias neste documentário de seis partes são um microcosmo de tudo o que há de errado com a posição do nosso país em relação aos 11 milhões de imigrantes ilegais dentro de nossas fronteiras.

A Netflix recomendará Living Undocumented para milhões de espectadores, e Selena Gomez é a produtora executiva, por isso podemos esperar hashtags e cobertura da mídia em abundância para esse documentário nos próximos dias e semanas.

E depois o quê?

Mesmo que você veja apenas um episódio (eu ofereço minha escolha para o que assistir abaixo), você entenderá como as políticas de imigração do país mudaram drasticamente com este presidente. Você sentirá no seu estômago o sentimento de morte que a mudança causou.

Então… e depois?

Veja, este é o problema com a interminável quantidade de programas de alta qualidade da Netflix sobre questões sociais importantes. Você pode assisti-los até o fim dos tempos. Você pode aprender muito com eles. Eles puxam sentimentos fortes de você.

Mas, se nada muda, então qual é o sentido de todo esse entendimento e emoção? Depois do 11 de setembro, Bill Maher declarou que colocar um adesivo de bandeira em seu carro era literalmente o mínimo que você podia fazer. Foi isso que usar hashtags no documentário mais recente da Netflix se tornou? O novo adesivo de bandeira?

É uma pergunta óbvia nas mentes de Aaron Saidman e Anna Chai, co-diretores de Living Undocumented. No minuto de abertura do episódio 1, eles mostraram isso para o telespectador.

Enquanto assistimos a imagens de alguns dos imigrantes sem documentos cujas histórias serão contadas na série – os vemos se abraçando, chorando, sendo detidos – ouvimos Awa Harouna, filha de um cidadão mauritano detido, poremos prever como reagiremos a Living Undocumented .

“Você pode assistir a um documentário e dizer: “Bem, isso é muito ruim”, como diz Harouna. “Mas, no final das contas, é apenas algo que você está assistindo na TV. E você pode desligar isso e seguir sua vida”.

Ela está certa. E, ironicamente, é mais provável que desconsideremos um programa como o Living Undocumented, porque é poderoso, muito poderoso, tão poderoso que sobrecarrega nossos circuitos emocionais, resultando em fadiga e apatia da compaixão. Ainda mais irônico é que a Netflix, que agora nos conhece melhor do que nossas mães, pensava que seríamos espectadores ideais para Living Undocumented.

Por exemplo, no caso de Alejandra Juarez, vemos uma farsa de cima para baixo da justiça. Em 1998, ela fugiu do México após uma ameaça credível de ser morta. Ela encontrou trabalho, pagou impostos, casou-se com um cidadão dos EUA que servia nas forças armadas… e o ICE a perseguiu mesmo assim. Seu congressista apresentou um projeto de lei para impedir sua deportação. Ele falhou.

Em outro caso que ganhou as manchetes nacionais, uma oficial do ICE foi flagrada em vídeo empurrando a advogada Andrea Martinez, de Kansas City, quando ela intervinha em nome de Luis Diaz-Inestroza, um refugiado da violência de gangues que é galopante em sua terra natal, Honduras. Martinez tropeçou e caiu, quebrando o pé.

Assistindo a essas cenas, é natural sentir uma sensação de crescente fúria e futilidade. Se o vídeo viral e um ato do Congresso não podem impedir os capangas da fronteira do presidente, você se pergunta, quem pode?

Para que eu não detenha, Living Undocumented não é um resumo para a multidão #AbolishICE. O ICE é apenas a polícia, aplicando leis que são escritas pelo Congresso ou improvisadas pelos presidentes. E essas leis remontam muito mais longe do que esta administração. Em quase todos os episódios, vemos fitas antigas de Bill Clinton falando muito sobre imigração. Foi ele quem iniciou a tendência de reprimir os que não têm documentação. Desde então, todo presidente fortaleceu essas regras e ampliou sua aplicação, enquanto o poder legislativo brigava à margem. O atual presidente e seu ex-procurador geral, Jeff Sessions, simplesmente levaram a lei de imigração a extremos, na esperança de que, como Sessions disse secamente, “as pessoas entendam a mensagem”.

As pessoas que encontramos em Living Undocumented foram claramente escolhidas por seu amor pela América, por suas razões solidárias de querer ficar e por sua capacidade de contar claramente sua história (no caso de Awa Harouna, liricamente). Um gráfico na tela nos informa que “oito famílias sem documentos concordaram em ser filmadas”, mas isso faz com que o processo pareça mais furtivo do que era. Quatro dos casos já estavam no noticiário em 2018. Um também foi apresentado em um documentário no YouTube Premium chamado The Deported. Um quinto caso mostra um casal que não estava em risco porque se auto-deportou para o Canadá.

Eu recomendo todos os seis episódios de Living Undocumented, mas, se o tempo for curto ou você se cansar rapidamente, comece no Episódio 4 e assista o máximo que puder – até o final da série, se possível.

E depois o quê? Então você e o resto de nós, comovidos com as histórias contadas aqui, tentaremos escrever o final deste triste capítulo da nossa história.

Categorias: Destaque; Galeria; Notícias
Postagem por: Julia Brum
30.09.2019

O mês de setembro trouxe animação aos Selenators com muitas interações de Selena Gomez no Instagram. A cantora, que é a segunda artista feminina mais seguida da rede social e a quinta em geral, voltou a utilizar constantemente a sua principal plataforma para divulgação de novos projetos, fotos pessoais e interações com os fãs. Confira o resumo que o SGBR fez de tudo o que aconteceu neste esperado retorno:

01|09: A avó materna de Selena, Debbie Jean Gibson, ressaltou em seu Instagram que na foto postada pelo maquiador da cantora, Selena está utilizando um colar com a inicial de sua irmã mais nova Gracie“Vovó ama o colar ‘Gracie’ dela.”

03|09: Selena posta foto com seus amigos e fala sobre o seu verão: “Depois de um verão inteiro sendo colegas de quarto, Anna, Fox e Freddy foram pra casa e eu já sinto falta deles. Eu pude conviver com as melhores pessoas. Eu sou muito sortuda.”

06|09: Selena divulgou através do seu Instagram Stories algumas canções de seus amigos lançadas recentemente, incluindo “Lover” de Taylor Swift, “Hurt Again” de Julia Michaels e “Canopée” de Polo & Pan. A cantora Taylor Swift repostou a homenagem de Selena dizendo “Eu te amo Selena”.

08|09: A prima e uma das melhores amigas de Selena, Priscilla Cosme, relembrou em seu Instagram Stories uma foto dela ao lado de Selena e seu filho e afilhado da cantora, Aiden:“Desculpe a moldura quebrada, mas essa viagem foi uma das melhores experiências. Ah, sem falar em como eu estava magra e como meu gordinho estava pequeno”

08|09: Selena foi a um jantar de aniversário com suas amigas e apareceu no Instagram de Lina KaniewskiHeidi Stevens.

11|09: Selena postou em seu Instagram Stories uma triste mensagem de uma das vítimas do atentado as torres gêmeas no dia 11 de setembro com a mensagem: “Fiquei pensando nisso o dia todo… Uma de várias histórias de partir o coração. Nunca se esqueça”. Confira a mensagem repostada: “Olá Jules, aqui é o Brian. Ah escuta, estou em um avião sequestrado… Se as coisas não ocorrerem bem, e elas não parecem bem, eu quero que saiba que eu te amo. Eu quero que você fiquei bem, viva bons momentos, o mesmo com os meus pais. Eu te vejo quando você chegar aqui. Eu quero que saiba que eu te amo totalmente. Tchau amor, espero que eu te ligue.”

12|09: A cabeleireira de Selena, Marissa Marino,  postou uma bela foto da cantora em uma sessão de fotos:

12|09: Selena postou um vídeo em seu Instagram de um antigo quadro: “Aparentemente meu coração estava muito dividido entre o Juan e o Cole Sprouse quando eu tinha 11 anos”.

A cantora Camila Cabello postou um comentário dando risada e o ator citado Cole Sprouse respondeu dizendo: “Sempre perdendo pro Juan”. Confira o vídeo:

12|09: A maquiadora Melissa Murdick postou novas fotos de Selena em seu Instagram.

12|09: Selena pediu para que seus seguidores dessem uma atenção a ação do cantor Niall Horan, que pediu para seus seguidores apoiarem as vítimas de duas catástrofes que devastaram várias comunidades como presente de aniversário. A cantora respostou com a legenda: “Isso é incrível. Se você tiver um momento, por favor confira isso”.

15|09: A melhor amiga de Selena, Raquelle Stevens, postou diversos Stories de Selena e suas amigas em um jantar.

15|09: A amiga de Selena, Caroline Franklin, postou uma foto ao lado de Selena e Raquelle Stevens.

16|09: Selena ultrapassou a marca de 157 milhões de seguidores no Instagram, sendo a quinta pessoa mais seguida da rede social.

17|09: Selena divulga e anuncia através da rede social seu novo projeto, o “Living Undocumented”. Sendo a produtora executiva, o documentário original da Netflix contará a história de imigrantes nos Estados Unidos. Confira o trailer e o que Gomez falou sobre o documentário: “Estou orgulhosa de fazer parte do novo documentário da Netflix “Living Undocumented”. Imigração é um assunto mais complexo do que uma administração , uma lei ou uma história que você ouve nos jornais. Estas são pessoas reais em sua comunidade, seus vizinhos, seus amigos – todos fazem parte do país que chamamos de lar. Mal posso esperar para que vocês vejam isso e serem impactados, eu espero, como me impactou. Disponível mundialmente dia 2 de outubro”.

18|09: Selena fez uma postagem em seu Instagram em relação ao seu discurso sobre saúde mental feito no jantar beneficente do McLean Hospital: “Tão orgulhosa por ter feito parte do Jantar Anual do McLean Hospital e me senti honrada e permitida a compartilhar um pouco da minha história. Obrigada, Doutor Rauch por me convidar e passar tempo falando comigo sobre saúde mental. E obrigado a toda a equipe do McLean. E um enorme obrigado ao David O Russel por me colocar em contato com essas pessoas maravilhosas. Estes são momentos nos quais sou grata pela plataforma que Deus me deu.”

19|09: Selena posta fotos pessoais de sua viagem a Boston: “Meu diário fotográfico de Boston💜🌈 Obrigado por serem tão acolhedores e receptivos comigo enquanto estive aí!! Tive momentos incríveis conhecendo tantos de vocês.”

19|09: O maquiador de Selena postou um antigo vídeo dela.

20|09: Selena realizou seu sonho e foi a convidada especial do programa Shark Tank! Confira o que a cantora falou: “Meu sonho se tornou realidade. Meus amigos me surpreenderam no meu aniversário com uma gravação de ‘Shark Tank’ e finalmente aconteceu!!! Muito obrigada a todos por terem sido tão gentis, engraçados e genuínos.”

Confira fotos e vídeos da participação de Selena:

23|09: Raquelle Stevens postou sobre o Giving Back Generation“. Confira o que a amiga de Selena e idealizadora do vodcast comentou: “Tão animada pelo lançamento do primeiro episódio da minha série “Giving Back Generation”! Neste episódio falamos sobre como é se doar pela ótica da amizade. Este episódio é, particularmente, especial para mim, porque Courtney, Sel e Ashley têm sido minhas amigas desde os 20 anos. Nós falamos sobre o que significa apoiar umas às outras, perdoar e crescer juntas. Espero ouvir seu feedback & espero que isto te encoraje”.

Selena comentou sobre o vodcast em seu Instagram Stories: “Tão orgulhosa de você Raquelle… Seu coração é tão puro e a sua missão de fazer a diferença é inspiradora! Eu te amo!”

Confira bastidores do vodcast:

25|09: Selena compareceu com suas amigas ao aniversário de Charm La’Donna, onde tirou foto com a cantora Meghan Trainor. 

26|09: Selena curtiu a publicação de um fã sobre o Giving Back Generation“.

27|09: Gente como a gente, Selena curte e comenta o Instagram de sua prima Priscilla em um sorteio da Krahs para o“Selena 2.0 Red Suits”, seu modelo exclusivo da marca.

Tradução e Adaptação: Selena Gomez Brasil 

Postagem por: Julia Brum
25.09.2019

Foi disponibilizado ontem, dia 23 de setembro, o primeiro episódio da série “Giving Back Generation”, idealizada por Raquelle Stevens, melhor amiga de Selena. Em formato de vodcast, a série tem como objetivo incentivar novas gerações a retribuir boas ações através de conversas profundas e pessoais de ícones e influenciadores da cultura pop em geral como Selena Gomez, Nina Dobrev e Sofia Carson.

O primeiro episódio da série intitulado de “The Value of Friendship”, é estrelado por Selena e suas amigas Ashley Cook e Courtney Lopez, onde foram entrevistadas pela diretora, apresentadora e idealizadora Raquelle Stevens em uma conversa franca sobre o poder da amizade e a importância de construir e fortificar relacionamentos entre as mulheres. Confira abaixo importantes pontos destacados por Selena no vodcast e fotos da gravação:

Selena sobre o motivo do qual estava participando do vodcast:Quis participar pois quero que haja mais amizades como a nossa. Essas amizades precisam existir porque quando eu era criança, eu fui a escola por pouco tempo antes de estudar em casa… Se minha prima não tivesse sido a capitã das lideres de torcida, eu teria sido destruída. Eu era, você sabe, meio nerd e só tinha um amigo para sair e isso é difícil, porque as pessoas quando vem até a mim, pelo menos quando eu as conheço e converso com elas, as pessoas sempre falam de amizades. Eles sempre dizem algo como ‘Eu não tenho muitos amigos’ e que não se sentem à vontade para conversar com outras pessoas pois elas têm medo de se queimar perante a outras pessoas. É isso que eu amo na nossa amizade, todos, até meus fãs, sabem o nome de vocês e sentem uma conexão com vocês. Eu só queria compartilhar isso porque eu espero que outras pessoas levem algo pra si daqui. Eu quero ser um exemplo da amizade e de como ela deveria se parecer e da importância dela.

Selena sobre como suas amigas dão suporte aos sonhos uma das outras: “Eu penso em quando conheci todas vocês – e já te disse isso um milhão de vezes mas as outras pessoas que estão assistindo não sabem -, eu precisava de vocês. Sabe, eu trabalho desde quando eu era tão jovem. Nos anos cruciais da minha vida,  eu estava tentando descobrir quem eu era com diversas pessoas ao meu redor, apenas tentando adivinhar quais seriam meus próximos passos, mas então vocês abriram meus olhos. Vocês me permitiram ser eu mesma, mas se tivéssemos algum tipo de problema ou se algo acontecesse, vocês eram as primeiras pessoas a me mostrar amor incondicional. E eu nunca esquecerei disso pois foi a primeira vez, genuinamente, tirando meus pais, é claro, que algum amigo finalmente estava dizendo a verdade sem me punir por isso. Em geral, vocês me ensinaram a como amar as pessoas. Nós fomos evoluímos juntas e todas vocês me ensinaram a continuar sã e me ajudaram a continuar de cabeça erguida. Eu peço conselho pra vocês para tudo. Vocês são 100% uma grande parte de onde estou e como estou.”

Selena sobre confiança: “Acho que algo que aprendi com vocês é como ser respeitosa comigo mesma e sobre como eu me expresso. Antes eu era totalmente aberta sobre a minha vida e contava a todos sobre minha história. Eu convidaria qualquer um para a minha casa, era exatamente assim que eu era. E era ótimo acolher todos os tipos de pessoas, compartilhar coisas. Mas acho que o que aprendi sobre confiança é não me abrir tanto assim. Eu comecei a confiar em todas vocês e isso me permitiu ser mais fechada. Eu nunca tive algo assim antes. As pessoas estavam se aproveitando de mim; compartilhavam coisas sobre mim e isso é difícil.  Falando especificamente sobre amizade, a confiança é crucial. É uma das partes mais importantes da amizade.”

Selena sobre amor incondicional: “Ter amor incondicional e compartilhá-lo, é algo que acho que grande parte da nossa geração não entende. Porque você é jovem e está na escola, tem amigos, fala sobre amigos e, de repente, você não gosta dessa pessoa e você não concorda com algo.  Eu nunca passei por isso pois desde dos 20 anos, desde de jovem, eu tinha vocês. Vocês me mostraram que é crucial e que acho que meninas – as vezes mulheres – talvez não entendam é que esse amor também existe nas amizades.”

Selena sobre suas diferenças: “Eu diria que sou a criadora de problemas do grupo. Eu gosto de tornar as coisas interessantes e sinto que essa é uma parte fundamental da nossa amizade. Eu tenho as pessoas mais seguras para fazer isso, pra ser eu mesma. É isso que eu amo (em relação a nossa amizade). Adoro tirar reações diversas da Ashley. Eu amo me performar e fazer piadas.”

Selena sobre perdão: “Eu estou lembrando de um momento que foi realmente difícil pra mim e gostaria de destacar isso sobre vocês. Esse momento difícil não foi algo que vocês fizeram mas vocês perceberam “tá, esta não é ela, sabe? Não é quem ela é”, perceberam que eu estava passando por um momento difícil. E você, Court, no dia seguinte foi até mim, e eu disse que sentia muito, me desculpe e expliquei o que aconteceu e você me perdoou naquele momento sabe, instantaneamente. Você compartilhou como você se sentiu quando eu não fui legal e esse momento para mim foi realmente especial.”

Selena sobre as pessoas que te cercam: “Não importa onde você esteja na vida, as pessoas com quem você se cerca são cruciais. As pessoas que te cercam, refletem em que você é. Eu sei que é triste, mas você realmente tem que pensar nisso. Eu poderia ter encontrado outros amigos em Hollywood ou cidade que não seriam saudáveis ​​para mim ou que me levariam a uma direção diferente. Por isso, sinto que é importante cercar-se de pessoas que possam te colocar pra cima. Eu tenho um amigo que sempre diz que se você é a pessoa mais inteligente da sala, está na sala errada e pra mim, todas vocês são igualmente inteligentes, bonitas, gentis e tem muito a oferecer no mundo. Esse seria o meu maior desejo para as pessoas – ou para as mulheres. Acho que precisamos de mais mulheres que possamos se inspirar e admirar. Há tanta coisa que pode dividir as mulheres como traição, mágoa ou ser diferente, mas acredito que quando nos reunimos, somos mais fortes.”

  • Confira abaixo fotos promocionais e dos bastidores:

Você pode conferir o primeiro episódio da série, disponibilizado de forma gratuita, através do aplicativo “TaTaTu” clicando aqui. 

Tradução e Adaptação: Selena Gomez Brasil.

Postagem por: Julia Brum
11.09.2019

No dia 9 de setembro, surgiram rumores de que Selena Gomez estaria produzindo um documentário sobre a sua vida e carreira, após a cantora ser vista com uma equipe de filmagem visitando a sua cidade natal, Grand Prairie no Texas. A cantora, que também foi vista ano passado na Alemanha com uma equipe de filmagem, visitou a casa onde cresceu e a escola que frequentou quando criança. Os rumores de que Selena realmente estava gravando um documentário foram confirmados através da própria escola que a cantora visitou, confira a nota publicada:

A atriz e cantora Selena Gomez fez uma parada em sua antiga escola no final da tarde para dizer oi à diferentes turmas e se reconectar com antigos professores. A cantora de 27 anos está filmando um documentário sobre memórias de sua infância e sua cidade natal. Ela estava passando pela área e decidiu aparecer na escola. “Nesta viagem, eu queria levar minha melhor amiga Courtney e também algumas pessoas da minha gravadora apenas para mostrar a eles onde cresci e como tenho orgulho de onde eu sou”, explicou Gomez.

Ainda não se tem a confirmação sobre para que o documentário está sendo produzido, porém há grandes apostas de que ele será lançado junto com o próximo álbum da cantora, que tem data prevista para 2020, segundo sua empresária. Confira fotos e vídeos de Selena em sua viagem:

 

Texto e Adaptação: Selena Gomez Brasil 

 

 

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