Postagem por: Samuel Rodrigues
23.11.2019

Na noite deste domingo, 24, acontece a edição de 2019 do “American Music Awards”, que tem como intuito premiar os maiores nomes da indústria fonográfica estadunidense do ano. Conforme anunciado anteriormente, Selena Gomez performará “Lose You To Love Me” e “Look At Her Now” na abertura da cerimônia, que acontecerã a partir das 22h (horário de Brasília-DF) no Microsoft Theater em Los Angeles e contará com transmissão ao vivo pela emissora norte-americana ABC. No Brasil, o evento passará no canal fechado TNT. Confira, abaixo, como assistir ao vivo:

TNT

DISPONIBILIDADE POR SATÉLITE

Nossa TV: Canal 17

Oi TV: Canal 48 | Canal 548 (HD) | Canal 48 (HD) (Satélite SES-6)

Vivo TV: Canal 100 (HD) (Satélite Intelsat 34) | Canal 657 | Canal 892 (HD)

Sky: Canal 108 | Canal 508 (HD)

Claro TV: Canal 151 | Canal 651 (HD)

Algar TV: Canal 556 \ Canal 956 (HD)

DISPONIBILIDADE POR CABO

NET: Canal 151 | Canal 651 (HD)

Vivo TV: Canal 648 (HD)

TVN: Canal 33 | Canal 433 (HD)

Roma Cabo: Canal 69 | Canal 569 (HD)

TV Alphaville: Canal 151 (HD)

Cabo Telecom: Canal 300 | Canal 820 (HD)

BVCi: Canal 212 (HD)

CaboNNet: Canal 62

Supermidia: Canal 52

TCM: Canal 100 (HD)

ABC

Live Stream: Clique aqui

Categorias: Destaque; Notícias
Postagem por: Samuel Rodrigues
21.11.2019

Distante dos holofotes da indústria fonográfica há quatro anos, Selena Gomez agora se prepara para o lançamento de um disco inédito. Na tarde desta quinta-feira (21), a cantora anunciou oficialmente seu segundo álbum de estúdio sob o selo da Interscope Records para o dia 10 de janeiro de 2020. O CD contará com três versões distintas: standard com 13 faixas, deluxe com 18 e a deluxe da loja norte-americana Target, que deve trazer os singles avulsos anteriormente divulgados. Título, capa e alinhamento de faixas serão revelados em breve. Confira, a seguir, a descrição presente no Apple Music:

Pré-salve no Spotify e Apple Music e reserve sua cópia digital clicando aqui

Após um período de quatro anos de intenso afastamento da mídia depois de algumas separações altamente divulgadas e um transplante de rim decorrente do lúpus, Selena Gomez está de volta com seu terceiro álbum de estúdio solo. A estrela pop provocou com lançamento dos dois singles “Lose You To Love Me” e “Look At Her Now”, consideradas reflexivas e empoderadas. Gomez conversou com a Apple Music sobre seu tempo longe dos holofotes, recuperando sua confiança para entrar em estúdio e deixar o passado para trás.

“Eu não queria lançar nada que fosse meu, pois não sentia que era o momento certo. Eu aprendi muito com meu último álbum e queria transformar todo esse aprendizado em algo muito melhor. Estou feliz por isso, porque este ano tudo começou a sair de mim. Passei a dizer as coisas de uma maneira que nunca fui capaz de articular antes. Então, era exatamente quando precisava acontecer”.

“Ficou realmente complicado e comecei a perceber que minha vida tornou-se um produto de entretenimento. Eu simplesmente não estava de acordo com isso, porque era muito real para mim. Acho que era hora de dizer: ‘não irei mais fazer parte disso e como não terei medo de compartilhar o que sinto só porque estou brava com o mundo está fazendo?’. Isso, realmente, não irá me levar a lugar algum. Tudo que faço tem boas intenções. É quem sou. Sempre será sobre quem eu serei”.

“Passei anos muito bem falando coisas e acho que são apenas as pessoas mais agradáveis em mim. Houve um grande momento no qual apenas parei de me importar. Não quero omitir o que sinto, porque há milhares de pessoas que se sentem da mesma forma. Sei que, crescendo, tudo o que queria era só me conectar aos meus artistas favoritos e ouvir música quando me sentia feliz, triste ou frustrada”.

“Acredito que as duas primeiras músicas foram importantes lançamentos. O resto representa muito onde estou, por mais que pareça. É realmente ótimo, pois, mesmo na lista de faixa e em ordem, tudo fica muito bem um com o outro”.

Categorias: Destaque; Notícias
Postagem por: Julia Brum
24.10.2019

Na madrugada desta quinta-feira, Selena Gomez surpreendeu todos os seus fãs ao lançar a faixa dançante “Look At Her Now” como segundo single do seu próximo álbum. Sem confirmação de que será trabalhada como single promocional ou como single oficial, a animada “Look At Her Now” traz Selena deixando para trás um relacionamento tóxico e se sentindo bem consigo mesma.

Composta pela própria Selena e pelos seus colaboradores de longa data, Julia Michaels e Justin Tranter, a canção foi produzida por Ian Kirkpatrick, produtor de “Bad Liar” e “Back To You”, que também auxiliou na composição.

“Look At Her Now” foi lançada em todas as plataformas após Selena anunciar a canção em uma transmissão ao vivo em seu Instagram. Após o lançamento, a cantora deu uma entrevista para a Kiss FM onde falou um pouco sobre a canção e sobre “Lose You To Love Me”: “É bastante auto-explicativo. Eu compus ‘Lose You To Love Me’ há 1 ano e acho que nem remotamente poderia lança-la. Foi uma representação muito crua do que eu passei. Agora eu preciso compartilhar outra versão de mim. Primeiro irei contar como me senti [Lose You To Love Me], e depois irei contar como me sinto agora [Look At Her Now] e essa são duas coisas diferentes. Inicialmente estávamos lançando apenas ‘Lose You To Love Me’, mas eu senti como se estivesse fechando este capítulo da minha vida há anos e então eu quis que ‘Look At Her Now’ fosse lançada em seguida. Fiz isso pelo meus fãs, eu queria que eles soubessem que eu estou bem.”

Dirigido por Sophie Muller, diretora de “Good For You” e “Lose You To Love Me”, o clipe apresenta uma estética colorida com muita coreografia, além de também ter sido gravado em um iPhone 11 igual o seu antecessor “Lose You To Love Me”. Confira abaixo o clipe e a tradução do segundo single da era “SG2”, a dançante “Look At Her Now”

“Look At Her Now”

“Olha Para Ela Agora”

They fell in love one summer

Eles se apaixonaram em um verão

A little too wild for each other

Um pouco selvagem demais um para o outro

Shiny ’til it wasn’t

Brilhante até não ser mais

Feels good ’til it doesn’t

Fazia bem até não fazer mais

It was her first real lover

Este foi seu primeiro amor verdadeiro

His too ’til he had another

O dele também até ele arrumar outra

Oh, God, when she found out

Oh, Deus, quando ela descobriu

Trust levels went way down

O nível de confiança despencou

Of course she was sad

É claro que ela estava chateada

But now she’s glad she dodged a bullet

Mas agora ela está feliz que desviou de um tiro

Took a few years to soak up the tears

Precisou de alguns anos para secar as lágrimas

But look at her now, watch her go

Mas olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Look at her now, watch her go

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Wow, look at her now

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Look at her now, watch her go

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Wow, look at her now

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Wow, look at her now

Wow, olha para ela agora

Fast nights that got him

Noites rápidas que o prenderam

That new life was his problem

Aquela vida nova era o seu problema

Not saying she was perfect

Não que ela fosse perfeita

Still regrets that moment

Ainda se arrepende daquele momento

Like that night

Como aquela noite

Wasn’t wrong, wasn’t right, yeah

Não estava errado, nem certo

What a thing to be human (What a thing to be human)

Que coisa é ser humano (Que coisa ser humano)

Made her more of woman (Made her more of a woman)

A tornou mais mulher (A tornou mais mulher)

 

Of course she was sad

É claro que ela estava chateada

But now she’s glad she dodged a bullet

Mas agora ela está feliz que desviou de um tiro

Took a few years to soak up the tears

Precisou de alguns anos para secar as lágrimas

But look at her now, watch her go

Mas olha para ela agora, a veja partir

 

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Look at her now, watch her go

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Wow, look at her now

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Look at her now, watch her go

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Wow, look at her now

Mm-mm-mm, mm-mm-mm, mm-mm
Olha para ela agora, a veja partir

Wow, look at her now

Wow, olha para ela agora

Wow, look at her now (Look at her now)
Wow, olha para ela agora (Olha para ela agora)
(Look at her now)
(Olha para ela agora)
Wow, look at her now
Wow, olha para ela agora

She knows she’ll find love (She knows)

Ela sabe que encontrará o amor (ela sabe)

Only if she wants it

Somente se ela quiser

She knows she’ll find love (She knows)

Ela sabe que encontrará o amor (ela sabe)

She knows she’ll find love (She knows)

Ela sabe que encontrará o amor (ela sabe)

Only if she wants it

Somente se ela quiser

She knows she’ll find love (She knows)

Ela sabe que encontrará o amor (ela sabe)

On the up from the way down

No topo da jornada

Look at her now, watch her go

Olha para ela agora, a veja partir

Mm-mm, look at her now, mm-mm (Oh)

Mm-mm, olha para ela agora, mm-mm (Oh)

She knows she’ll find love (She knows she will)

Ela sabe que encontrará amor (Ela sabe que encontrará)

Only if she wants it

Somente se ela quiser

She knows she’ll find love

Ela sabe que encontrará amor

Look at her now, yeah (Look at her now)

Olha para ela agora, sim (olha para ela agora)

She knows she’ll find love (She knows she will)

Ela sabe que encontrará amor (Ela sabe que encontrará)

Only if she wants it

Somente se ela quiser

She knows she’ll find love

Ela sabe que encontrará amor

Wow, look at her now

Wow, olha para ela agora

CAPTURES

Tradução e Adaptação: Selena Gomez Brasil

Postagem por: Julia Brum
23.10.2019

ACABOU A ESPERA! Após quatro anos aguardando o inicio de uma nova era, Selena Gomez finalmente lança a bela e intimista balada “Lose You To Love Me“. A canção mostra um amadurecimento sonoro e também pessoal de Selena onde a cantora relata a superação de um romance fracassado. Mostrando amar-se em primeiro lugar, Gomez soa angelical nesse potencial sucesso.

Composta pela própria Selena e por seus colaboradores de longa data, Julia Michaels e Justin Tranter, a canção foi produzida por FINNEAS, aclamado produtor de todo o álbum de estréia de sua irmã Billie Eilish. Sendo um sucesso mundial, “Lose You To Love Me” já atingiu o primeiro lugar no iTunes de mais de 70 países, incluindo o USA e o mundial, se tornando o primeiro #1 solo de Selena em ambos.

Gravado em um iPhone 11 em parceria com a Apple, o videoclipe da canção já ultrapassou 18 milhões de visualizações no YouTube, tendo em sua pré-estreia, 200 mil pessoas acompanhando a transmissão ao vivo da plataforma.
Confira abaixo o clipe, além da letra e a tradução da aguardada canção de volta de Selena Gomez para a indústria musical:

Lose You To Love Me

Te Perder Para Me Amar

You promised the world and I fell for it
Você me prometeu o mundo e eu caí nessa
I put you first and you adored it
Eu coloquei você em primeiro lugar e você adorou
Set fires to my forest
Incendiou a minha floresta
And you let it burn
E você deixou queimar
Sang off-key in my chorus
Cantou desafinado o meu refrão
‘Cause it wasn’t yours
Porque não era seu
I saw the signs and I ignored it
Eu vi todos os sinais e os ignorei
Rose-colored glasses all distorted
Lentes cor-de-rosa distorcidas
Set fire to my purpose
Incendiou o meu propósito
And I let it burn
E eu deixei queimar
You got off on the hurtin’
Você aproveitou o sofrimento
When it wasn’t yours, yeah
Quando não era seu

We’d always go into it blindly
Nós sempre entramos nisso às cegas
I needed to lose you to find me
Eu precisei perder você para me encontrar
This dancing was killing me softly
Essa dança estava me matando aos poucos
I needed to hate you to love me, yeah
Eu precisei te odiar para me amar

To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me, yeah
Eu precisei te perder para me amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me
Eu precisei te perder para me amar

I gave my all and they all know it
Eu dei tudo de mim e todo mundo sabe
You turned me down and now it’s showing
E você me destruiu e agora estamos vendo
In two months, you replaced us
Em dois meses, você nos substituiu
Like it was easy
Como se fosse fácil
Made me think I deserved it
Me fez pensar que eu merecia
In the thick of healing, yeah
Enquanto eu me curava

We’d always go into it blindly
Nós sempre entramos nisso às cegas
I needed to lose you to find me
Eu precisei perder você para me encontrar
This dancing was killing me softly
Essa dança estava me matando aos poucos
I needed to hate you to love me, yeah
Eu precisei te odiar para me amar

To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me, yeah
Eu precisei te perder para me amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me
Eu precisei te perder para me amar

You promised the world and I fell for it
Você me prometeu o mundo e eu caí nessa
I put you first and you adored it
Eu coloquei você em primeiro lugar e você adorou
Set fires to my forest
Incendiou a minha floresta
And you let it burn
E você deixou queimar
Sang off-key in my chorus
Cantou desafinado o meu refrão

Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me, yeah
Eu precisei te perder para me amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love love, yeah
Para amar, amar
To love, yeah
Para amar
I needed to lose you to love me
Eu precisei te perder para me amar

And now the chapter is closed and done
E agora o capítulo está fechado e encerrado
And now it’s goodbye, it’s goodbye for us
E agora é adeus, é adeus para nós dois

 

CAPTURES
 

 

Tradução e adaptação: Selena Gomez Brasil

Postagem por: Samuel Rodrigues
17.10.2019

Há dois anos, estremecia os alicerces de Hollywood com o aumento de denúncias de abusos sexuais o movimento #MeToo, que foi apoiado por diversas artistas da indústria, inclusive por Selena Gomez. Os casos de assédio se disseminaram pelas redes sociais na época; agora, anos depois, a campanha ainda gera suporte às mulheres. Selena, a atriz Meryl Streep e a roteirista Shonda Rhimes criaram uma fundação a partir do #MeToo, a fim de combater o assédio no mercado de trabalho, que já apresentou resolução para quatro mil casos. Confira, abaixo, a matéria publicada pelo The Washington Post:

Em um típico prédio de escritórios de Washington, Anna Black recebe tantas ligações por dia que as deixa ir para o correio de voz, para que ela possa ter tempo adequado para cada uma.

É sobre como Meryl Streep, Selena Gomez e Shonda Rhimes a criaram quando ajudaram a criar esse posto improvável do movimento #MeToo. Tempo para cada chamada de mulheres sendo assediadas no trabalho, para que toda voz seja ouvida.

O escritório de Black no Fundo de Defesa Legal da Time’s Up fica no final de um longo corredor, longe das vistas panorâmicas do Dupont Circle que o restante de sua equipe tem. Longe das estrelas de Hollywood que criaram seu trabalho. Não há janelas, como a sala de orçamento de um navio de cruzeiro, e a garota de 25 anos com brincos de cereja e jaqueta jeans não usa as luzes ásperas do escritório, mas faz seu trabalho com o brilho fraco de um pequeno lâmpada, então parece uma câmara confessional quando ela recebe uma ligação.

Este é o #MeToo dois anos depois, dois anos depois que o produtor Harvey Weinstein foi finalmente derrotado por seu comportamento predatório.

As ligações são de uma trabalhadora rural da Califórnia. Uma cuidadora doméstica no Texas. Uma motorista de ônibus no Mississippi. Uma cozinheira de um hotel na Filadélfia.
Algumas delas choram. A maioria são mulheres. Todos eles telefonaram para relatar que foram assediados sexualmente no trabalho. Grande coisa, isso não acontece desde sempre?

Sim, acontece. Mas, desta vez, o call center não é apenas uma palestra sobre terapia confessional e informada sobre trauma. Uma ligação para esta linha direta significa advogado, ação e ação.

“Quando as pessoas começaram a se manifestar sobre Harvey Weinstein, um grupo chamado Alianza Nacional de Campesinas, um grupo de mulheres agricultoras, publicou esta carta chamada de ‘Queridas Irmãs'”, disse Sharyn Tejani, diretora do Fundo de Defesa Legal da Time’s Up. “Era uma carta para as mulheres que se apresentaram em Hollywood e dizia: ‘Ouvimos você, vemos você, sabemos o que você está passando, porque é por isso que passamos também’”.

Foi nesse momento que estrelas brilhantes de Hollywood com tratamentos faciais de cinco dígitos e trabalhadoras rurais com mãos calejadas perceberam que tinham algo em comum, disse Tejani. E algumas dessas mulheres de Hollywood também perceberam que o momento do movimento #MeToo poderia desaparecer quando os nomes em negrito não estivessem envolvidos.

“Queríamos nos concentrar em empregos de baixo salário, varejo, zeladoras, trabalhadores rurais”, disse Fatima Goss Graves, presidente e CEO do National Women’s Law Center, que ajudou a organizar o projeto. Isso pois, nesse ponto, a maior parte da atenção às alegações de assédio sexual era direcionada a mulheres brancas e ricas. Acontece que é exatamente o que o pessoal de Hollywood também queria. Graças a grandes doadores e uma onda de apoio de uma página do GoFundMe, eles começaram com 24 milhões de dólares.

Desde o início da fundação Time’s Up, em janeiro de 2018, eles trataram quase 4.000 casos. A maioria é encaminhada para uma rede de cerca de 700 advogados em todo o país, especializados nesses tipos de casos.

“A verdade é que precisamos de mais advogados. Muito mais”, afirma Tejani. As chamadas são feitas para Black, que não é advogado, mas chegou ao fundo legal da RAINN, a Rede Nacional de Estupro, Abuso e Incesto. Então ela sabe como conversar com pessoas que passaram por trauma.
Ellie Driscoll leva os e-mails que chegam. E os dois despacham casos para advogados de todo o país. Esses advogados devem prometer que a primeira consulta será gratuita. E depois disso, eles concordarão em um caminho para o caso. Muitos deles aceitarão isso de graça.

Muitos dos sobreviventes dizem a Driscoll e Black que eles nunca teriam se apresentado se não ouvissem as histórias de estrelas de Hollywood que foram abusadas também.
“Durante o Globo de Ouro” – quando o Time’s Up era mencionado com frequência – “recebíamos 200 ligações”, disse Goss Graves. “Durante. O. Mostrar.”

O pequeno escritório escondido em Washington é um local importante para os sobreviventes telefonarem porque, com muita frequência, eles já tentaram contar para alguém no trabalho. “Uma das maiores coisas que estamos vendo é a retaliação. Retaliação se eles tentassem avançar”, continua Tejani. Essa mulher falou sobre assédio. Então, a retaliação veio.

Na reunião da equipe na semana passada, eles compararam anotações e concordaram que muitas pessoas que telefonaram são mulheres que denunciaram assédio sexual e agora não conseguem encontrar outros empregos porque o relatório as segue, especialmente nas indústrias de restaurantes e hotéis.

“Você acha que podemos usar o termo ‘lista negra’?”, pergunta Tejani. Black assentiu vigorosamente, seus brincos de cereja balançando. “Eles usam isso. Quase todos eles disseram: “Eu fui incluído na lista negra. Então é como Hollywood”.

Categorias: Destaque
Postagem por: Samuel Rodrigues
07.10.2019

Estreou, na plataforma da Netflix, na última quarta-feira, 2, “Living Undocumented”, série documental produzida por Selena Gomez. O documentário, já aclamado por grandes jornais como CNN e The Guardian, conta com seis episódios e acompanha a vida de oito famílias que imigraram para os Estados Unidos. Na noite do mesmo dia, foi realizada a première em Los Angeles, evento para o qual a atriz e cantora usou um traje da grife Versace. Confira todos os detalhes abaixo:

“Esta garotinha foi separada de sua tia e tio quando eles foram detidos na borda. Todos nós ouvimos histórias nos noticiários, mas este é o lado dela da história. Estou muito orgulhosa disso e mal posso esperar para vocês assistirem. “Realidade Não Documentada”, disponível agora na Netflix”.

02.10 – PREMIERE DA SÉRIE DOCUMENTAL “LIVING UNDOCUMENTED” EM LOS ANGELES, CALIFÓRNIA

RESENHAS

The Guardian

NOTA: 5/5

Kansas City, Missouri, 2018. É noite e Luis, seu filho de três anos, Noah, e a advogada Megan Galicia estão esperando em um estacionamento isolado por uma van branca. Lá dentro, está a mãe do garoto, a parceira de Luis, Kenia. Ela está grávida de seis meses e foi detida pelo Ice (Departamento de Imigração dos Estados Unidos) há mais de seis semanas pelo crime de morar sem documentação nos EUA sob o governo Trump. A ordem de remoção foi apresentada a ela enquanto ela dormia em um carro a caminho de um casamento da família. O filho e o parceiro assistiram quando ela foi acordada, algemada e levada embora. Agora, ela e Noah serão deportados de volta para Honduras, o país do qual fugiram por causa de um marido abusivo.

Luis, que também não tem documentação, tomou a decisão extraordinária de entregar seu filho à instalação, correndo grande risco pela sua própria liberdade. Por quê? Ele quer se despedir da sua parceira, filho e bebê que ainda não nasceu.

A van não está lá. Kenia já está dentro. Acontece uma tentativa desesperada de negociar o adeus a fim de que aconteça fora e não no lobby, onde Luis corre maior risco de ser detido. É a isso que promulgamos a política de imigração de “tolerância zero” do presidente: uma divisão arbitrária entre dentro e fora. Noah, enrolado em um cobertor e segurando um dinossauro de plástico, olha sem expressão. Eles se recusam a trazer Kenia para fora. “Se eu optar por mantê-lo sob custódia porque você está aqui ilegalmente, é isso que faremos”, diz um funcionário da Ice, cheio da lei e da impunidade. “Não mantemos as pessoas reféns aqui.” Galícia solta uma risada vazia.

Os seis episódios de Living Undocumented (Netflix) contam as histórias de oito famílias sem documentos que enfrentaram a deportação em 2018 (e participaram correndo grandes riscos). Spoilers são redundantes: todos sabemos como essas histórias acabam. Muitas pessoas foram deportadas. Aquelas que não foram estão no limbo. Não houve finais felizes.

Cada história começa e termina abruptamente. As vidas destruídas ou salvas temporariamente sangram umas nas outras antes de desaparecerem quando a próxima toma seu lugar. Muitos realizam check-ins regulares nas instalações da Ice, que, sob o governo Trump, carregam a ameaça assustadora de detenção instantânea. O sistema de imigração labiríntico é explicado por brilhantes cabeças falantes, que, por acaso, são mulheres. Algumas histórias são mais perturbadoras do que outras. Como filha de imigrantes, tudo me fez chorar.

É extremamente estressante assistir: as horas sendo contadas até a deportação, a espera por telefonemas emitindo veredictos sobre se as pessoas podem permanecer (a resposta é quase sempre não), os pais traumatizados escovando os dentes das crianças no dia do acerto de contas com lágrimas nos olhos e uma terrível calma fingida. “Como você arruma 21 anos de sua vida?”, pergunta Alejandra, uma esposa de um militar que fugiu do México em 1998 e cujo marido votou em Donald Trump. A ligação vem. O apelo dela foi rejeitado, ela tem dois dias para sair. Um de seus filhos irá com ela, o outro ficará. “Não há nada que possamos fazer”, lamenta em cima de seu cachorro, que lambe as lágrimas. O episódio termina.

Aqui está o custo humano da desumanização da política populista – o ambiente hostil que reconhecemos em espírito, se não força, em solo britânico. Muitas classes, raças e etnias estão representadas, desde o pobre operário latino-americano (Luis) até o “garoto propaganda da imigração” israelense (Ron), que é co-proprietário de uma empresa de embalagens californiana e vive sem documentação há 17 anos porque chegou três meses após o 11 de setembro. O mau momento, a retórica anti-imigração e as políticas de governos sucessivos, atingindo sua apoteose bárbara com o governo atual, ditaram a vida de sua família.

E assim vai. De volta ao estacionamento de Kansas City, o oficial da Ice agarra o braço de Luis, tendo decidido prendê-lo. “Você vai fazer a criança chorar”, alerta Galiza. Quando ela tenta seguir o oficial, com Luis e Noah já dentro, o ele a empurra para fora e a joga no chão, fraturando sua perna. “Eles nos enganaram”, diz quando a porta se fecha. As câmeras continuam rolando. Um pequeno grupo de manifestantes olha com o rosto pálido. Um grita no escuro: “Como você dorme à noite?”. Outro segura um cartaz que diz: “O MUNDO ESTÁ OLHANDO”.

Não se afastar de um documentário tão comovente quanto esse é uma maneira de continuar assistindo. Nesse clima, começa a parecer um pequeno ato de resistência. Como o governo Trump continua a atingir todos os homens, mulheres e crianças não documentados nos EUA, o que podemos fazer além de nos recusar a desviar o olhar?

Ready Steady Cut

NOTA: 4,5/5

Não preciso escrever esta resenha para que você entenda as vertentes surgidas sob as mudanças políticas do governo Trump. Está bem documentado em várias fontes da mídia sobre a “crise de fronteira” e a retórica de Trump no México. Vivemos em tempos ampliados e sem precedentes, onde uma celebridade enraizada na cultura política pode decidir sobre a vida de imigrantes, refugiados e requerentes de asilo. Recentemente, em muitas formas de TV e cinema, o ICE foi representado como uma organização vilã, projetada para separar as famílias.

Viver sem documentos é, francamente, importante. Embora tenhamos nossa assinatura do Netflix como garantia, sabendo que nossas famílias provavelmente estarão em nossa vizinhança amanhã, para muitas pessoas que vivem nos Estados Unidos, há um medo genuíno de ser deportado sistematicamente de volta para um país que eles mal reconhecem. Quando Barack Obama concedeu status legal para “sonhadores”, ele o fez sabendo que as crianças não mereciam ser punidas pelas circunstâncias. Donald Trump mal podia esperar para colocar uma gargantilha no DACA*.

Há muito calor contra Trump nos documentos, e com razão. A crueldade da política de “tolerância zero” gerou imagens de milhares de crianças separadas de suas famílias na fronteira. Viver sem documentos raramente dá esperança, mas aumenta a conscientização, que é igualmente crucial no mundo politicamente distorcido em que estamos vivendo agora.

Viver sem documentos não é apenas sobre o ICE. O documentário estuda oito famílias e suas diferentes circunstâncias sobre como eles acabaram nos Estados Unidos sem status legal. Há uma tendência comum destacada na série que eu sinto que precisa chegar mais em casa – as pessoas não cruzam fronteiras com outros países porque consideram divertido. A série Netflix garante que a mensagem seja divulgada ao público em cada capítulo.

Em Living Undocumented, há momentos perturbadores que eu gostaria de não ter testemunhado. Não é o espetáculo disso que é perturbador; é essa ansiedade genuína que as famílias enfrentam todos os dias que se apega a um ente querido e aparece em cada episódio. Somos apresentados a adolescentes que nunca pisaram na Colômbia, que correm o risco de serem enviados para esse país e têm a perspectiva de serem assassinados devido à associação com o pai oprimido. Living Undocumented apresenta pessoas corajosas, submetendo-se ao mundo, sabendo muito bem que estão se colocando em risco.

E a conscientização é a vanguarda de Living Undocumented. Enquanto caipiras orgulhosos esforçam-se para destacar o orgulho que têm de nascer nos EUA, devemos lembrar aos não evoluídos que onde você nasceu é puramente por acaso. É mais provável que você seja atingido por um raio um milhão de vezes do que nascer como humano. Você poderia ter sido uma árvore. Sua mãe poderia ter tomado um copo extra de vinho. Portanto, essa noção de que você deve se orgulhar imensamente da roleta científica é um absurdo bárbaro, e uma riqueza de auto-direitos racistas que não podemos aceitar.

Living Undocumented faz um trabalho maravilhoso na introdução de especialistas em direito que investigam os regulamentos de imigração e as engrenagens que o mantêm desumano. Aprendemos que você pode, inadvertidamente, ser colocado na lista de proibições permanentes apenas aceitando um emprego e tributando seus salários. Existem muitas brechas para o Departamento de Imigração, mas o acesso é limitado para famílias presas no limbo.

A primeira temporada de Living Undocumented da Netflix é um dos documentários essenciais deste ano. Espero que eduque mais algumas pessoas sobre a verdadeira “crise das fronteiras”.

CNN

NOTA: 80/100

“Realidade Não Documentada” é peça intensa de ativismo que – por todas as lágrimas e momentos de cortar o coração – provavelmente acabará atingindo seu objetivo. A apresentação da Netflix, no entanto, coloca rostos na forma como se porta a política de imigração dos Estados Unidos, enquanto faz questão de observar o papel das administrações anteriores e da atual.

Contando com a cantora e atriz Selena Gomez entre seus produtores, o documentário de seis partes conta as histórias de múltiplas famílias, cada uma lidando com ameaças de deportação de um ou mais de seus membros.

No processo, os cineastas – Aaron Saidman e Eli Holzman – procuram desmistificar muitos dos argumentos conhecidos, incluindo os pontos de discussão “venha da forma correta” e “entre na linha”, derrotados por advogados de imigração que detalham porquê os cenários que receberam imigrantes nos séculos XIX e XX não se aplicam mais.

Sem surpresa nenhuma, a linha dura de abordagem do governo Trump é colocar sob uma luz extremamente desagradável e as discussões sobre a falta de confiança nos mecanismos de aplicação ficam claros em uma abertura particularmente maravilhosa: um momento quando um homem sem documentação, Luis Diaz, que estava indo visitar sua namorada sob custódia, é apreendido, enquanto policiais empurram violentamente seu advogado – que queria ficar ao lado de seu cliente – para fora direto para o chão.

Ao mesmo tempo, os experts entrevistados deixam claro que os problemas que cercam as políticas de imigração nos Estados Unidos não começaram com Trump, voltando aos detalhes táticos e retóricas duras implementadas por Bill Clinton e todos os presidentes que o sucederam, em graus variados.

Oito famílias participaram do projeto, e as separações de algumas delas – incluindo situações envolvendo crianças pequenas – podem ser difíceis de assistir. Situações envolvendo o DACA, que deixa claro que eles [imigrantes] não possuem vínculos ou lealdade com os países em que nasceram, mesmo tendo passado toda a vida nos Estados Unidos.

Se tem um coração e alma do programa, essa pessoa é Luis Diaz, que vive no Texas, esperando um filho com sua namorada, Kenia Bautista-Mayorgara, que está com a deportação agendada para sua terra natal, Honduras, com seu filho de três anos de idade, Noah, a quem Luis vê como filho dele.

Mesmo que a maioria das famílias tenham vindo do México e América Central, outros têm raízes em Israel, Africa e Laos. Em quase todos os casos, crianças estão agonizantemente envolvidas, assim como Alejandra Juarez, uma esposa de militar (seu marido, Temo, fazia parte da Marinha e votou em Trump) com deportação agendada para o México com suas filhas de 9 e 16 anos.

“Minha mãe não é uma criminosa”, diz a filha mais nova, Estela.

Dado o sentimento e políticas cercando o assunto – agravado pela separação de pais e filhos pelo governo – é difícil ver com clareza essas histórias sem que as pessoas se retirem para seus cantos ideológicos.

Mesmo que seja bom pensar que as histórias pessoais contadas em “Realidade Não Documentada” possam contribuir para uma discussão profunda sobre a política de imigração, este não parece o mundo onde nenhum de nós está vivendo.

PRIMETIMER

NOTA: 100/100

“Living Undocumented” é a mais recente contribuição para o crescente corpo de jornalismo em vídeo que captura a tristeza humana causada pelas novas políticas agressivas de imigração dos Estados Unidos. As famílias que concordaram em contar suas histórias neste documentário de seis partes são um microcosmo de tudo o que há de errado com a posição do nosso país em relação aos 11 milhões de imigrantes ilegais dentro de nossas fronteiras.

A Netflix recomendará Living Undocumented para milhões de espectadores, e Selena Gomez é a produtora executiva, por isso podemos esperar hashtags e cobertura da mídia em abundância para esse documentário nos próximos dias e semanas.

E depois o quê?

Mesmo que você veja apenas um episódio (eu ofereço minha escolha para o que assistir abaixo), você entenderá como as políticas de imigração do país mudaram drasticamente com este presidente. Você sentirá no seu estômago o sentimento de morte que a mudança causou.

Então… e depois?

Veja, este é o problema com a interminável quantidade de programas de alta qualidade da Netflix sobre questões sociais importantes. Você pode assisti-los até o fim dos tempos. Você pode aprender muito com eles. Eles puxam sentimentos fortes de você.

Mas, se nada muda, então qual é o sentido de todo esse entendimento e emoção? Depois do 11 de setembro, Bill Maher declarou que colocar um adesivo de bandeira em seu carro era literalmente o mínimo que você podia fazer. Foi isso que usar hashtags no documentário mais recente da Netflix se tornou? O novo adesivo de bandeira?

É uma pergunta óbvia nas mentes de Aaron Saidman e Anna Chai, co-diretores de Living Undocumented. No minuto de abertura do episódio 1, eles mostraram isso para o telespectador.

Enquanto assistimos a imagens de alguns dos imigrantes sem documentos cujas histórias serão contadas na série – os vemos se abraçando, chorando, sendo detidos – ouvimos Awa Harouna, filha de um cidadão mauritano detido, poremos prever como reagiremos a Living Undocumented .

“Você pode assistir a um documentário e dizer: “Bem, isso é muito ruim”, como diz Harouna. “Mas, no final das contas, é apenas algo que você está assistindo na TV. E você pode desligar isso e seguir sua vida”.

Ela está certa. E, ironicamente, é mais provável que desconsideremos um programa como o Living Undocumented, porque é poderoso, muito poderoso, tão poderoso que sobrecarrega nossos circuitos emocionais, resultando em fadiga e apatia da compaixão. Ainda mais irônico é que a Netflix, que agora nos conhece melhor do que nossas mães, pensava que seríamos espectadores ideais para Living Undocumented.

Por exemplo, no caso de Alejandra Juarez, vemos uma farsa de cima para baixo da justiça. Em 1998, ela fugiu do México após uma ameaça credível de ser morta. Ela encontrou trabalho, pagou impostos, casou-se com um cidadão dos EUA que servia nas forças armadas… e o ICE a perseguiu mesmo assim. Seu congressista apresentou um projeto de lei para impedir sua deportação. Ele falhou.

Em outro caso que ganhou as manchetes nacionais, uma oficial do ICE foi flagrada em vídeo empurrando a advogada Andrea Martinez, de Kansas City, quando ela intervinha em nome de Luis Diaz-Inestroza, um refugiado da violência de gangues que é galopante em sua terra natal, Honduras. Martinez tropeçou e caiu, quebrando o pé.

Assistindo a essas cenas, é natural sentir uma sensação de crescente fúria e futilidade. Se o vídeo viral e um ato do Congresso não podem impedir os capangas da fronteira do presidente, você se pergunta, quem pode?

Para que eu não detenha, Living Undocumented não é um resumo para a multidão #AbolishICE. O ICE é apenas a polícia, aplicando leis que são escritas pelo Congresso ou improvisadas pelos presidentes. E essas leis remontam muito mais longe do que esta administração. Em quase todos os episódios, vemos fitas antigas de Bill Clinton falando muito sobre imigração. Foi ele quem iniciou a tendência de reprimir os que não têm documentação. Desde então, todo presidente fortaleceu essas regras e ampliou sua aplicação, enquanto o poder legislativo brigava à margem. O atual presidente e seu ex-procurador geral, Jeff Sessions, simplesmente levaram a lei de imigração a extremos, na esperança de que, como Sessions disse secamente, “as pessoas entendam a mensagem”.

As pessoas que encontramos em Living Undocumented foram claramente escolhidas por seu amor pela América, por suas razões solidárias de querer ficar e por sua capacidade de contar claramente sua história (no caso de Awa Harouna, liricamente). Um gráfico na tela nos informa que “oito famílias sem documentos concordaram em ser filmadas”, mas isso faz com que o processo pareça mais furtivo do que era. Quatro dos casos já estavam no noticiário em 2018. Um também foi apresentado em um documentário no YouTube Premium chamado The Deported. Um quinto caso mostra um casal que não estava em risco porque se auto-deportou para o Canadá.

Eu recomendo todos os seis episódios de Living Undocumented, mas, se o tempo for curto ou você se cansar rapidamente, comece no Episódio 4 e assista o máximo que puder – até o final da série, se possível.

E depois o quê? Então você e o resto de nós, comovidos com as histórias contadas aqui, tentaremos escrever o final deste triste capítulo da nossa história.

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