Postagem por: Julia Brum
12.06.2020

Após os recentes acontecimentos relacionados a luta racial nos Estados Unidos, Selena Gomez disponibilizou seu Instagram para que influenciadores e ativistas pretos pudessem educar e informar seus seguidores, em busca de uma futura geração justa e sem preconceitos.

Hoje, dia 12/6, o ator e ativista Kendrick Sampson, mais conhecido pelo seu papel como Nathan na aclamada série da HBO, “Insecure“, assumiu o Instagram de Selena para conversar sobre saúde mental e sua organização contra o racismo. Confira a apresentação do ator abaixo:

“Conheça Kendrick Sampson (@kendrick38). Ele é ator, ativista e fundador da iniciativa sem fins lucrativos BLD PWR. BLD PWR usa cultura, educação e ativismo para construir e preparar uma comunidade inclusiva de pessoas do entretenimento e atletas atletas para avançar numa mudança social radical. Em parcerias com organizações e causas bem fundamentadas, o objetivo da BLD PWR é aumentar a ação e engajamento cívico com um foco primário em inspirar e proteger as pessoas mais vulneráveis ao desconstruir a opressão sistêmica e combatendo a violência estatal na intersecção em movimentos de gênero, imigração, economia, educação, meio ambiente e justiça social.

Kendrick é conhecido por seu papel na série de comédia ‘Insecure’, da HBO, onde seu personagem Nathan que convive com sua saúde mental e transtorno bipolar. Kendrick usa sua voz para empoderar comunidades marginalizadas e colocar holofotes em problemas de inequidade. Seu ativismo é focado em justiça racial, em especial, interseccionalidade entre reforma na justiça criminal e e união entre as comunidades pretas, de cor e indígenas. Ele é um líder da justiça social, abolicionista e esteve na linha de frente no ‘Standing Rocks’ e esforços do Black Lives Matter em LA e outros lugares. Kendrick assumirá meu Instagram hoje.”

Kendrick compartilhou um vídeo no IGTV de Selena, onde falou sobre como as opressões contra o povo preto e indígena não permitiu que essas comunidades focassem em sua saúde mental e sobre o movimento #DefundThePolice. Confira a legenda publicada com o vídeo:

Uma mensagem de @kendrick38

Na América, nós nunca priorizamos a saúde mental. Para entender o que está acontecendo neste país agora, precisamos realmente entender o trauma histórico e recorrente que o povo preto é forçado a passar. Nunca tivemos um tempo em nossa história em que negros e indígenas tiveram a chance, tempo ou recursos para uma cura real. De fato, os sistemas que aceitamos e participamos todos os dias – capitalismo, policiamento, prisões, colonização etc. – têm raízes explícitas na opressão física, espiritual e mental, que tem como alvo as nossas comunidades. As pessoas são estimuladas pelo movimento #DefundthePolice porque veem uma boa chance de levar esses fundos – mais de 100 bilhões de dólares em todo o país – e transferi-los para novos sistemas comunitários que abordam as causas profundas dos problemas que a polícia nunca deveria precisar lidar (incluindo saúde mental, abuso de substâncias e falta de moradia). Podemos imaginar e construir novos sistemas – um mundo em que todos tenham os cuidados, alimentação, abrigo e renda de que precisam para estar bem – um mundo que não precisa de polícia. Isso não seria lindo? 🖤🙏🏽 Isso é o que realmente importa #LiberteASaúdeMental #BLDPWR

Recomendação literária: “Post Traumatic Slave Syndrome: America’s Legacy of Enduring Injury and Healing” de Joy Degruy

Contas que eu mencionei no vídeo: @mvmnt4blklives @osopepatrisse @docmellymel @blmlosangeles 

@cpdaction @housingjustice4all @sistersong @blackvisionscollective 

@ignitekindred @thedreamdefenders @texas_organizing_project ⠀

  • NOTA SGBR: O que é o #DefundthePolice? #DefundThePolice ou em tradução literal “Corte Verbas da Polícia”, é um movimento que se iniciou após o assassinato de George Floyd, que se baseia no conceito de realocar o dinheiro desproporcional que é investido no policiamento para outros serviços essenciais como educação, infraestrutura e programas sociais dedicados à juventude. Os ativistas deste movimento defendem que realocando os investimentos para essas outras áreas, o índice de criminalidade diminuirá.
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In America, we haven’t ever prioritized mental health. To understand what’s happening in this country right now, we really have to understand the historical and current trauma forced on Black people. We haven’t ever had a time in our history where Black and Indigenous people have been allowed a chance, time or resources to truly heal. In fact, the systems that we accept and participate in every day – capitalism, policing, prisons, colonization etc – have explicit roots in oppression that target our communities physically, spiritually and mentally. People are energized by the #DefundthePolice movement because they see a good chance to take those funds – over 100 billion dollars nationwide – to transfer them to new community based systems that address the root causes of problems that police should not ever be required to handle (including mental health, substance abuse and homelessness). We can imagine and build new systems – a world where everyone has the care, nutrition, shelter and income they need to be well – a world that doesn’t need police. Wouldn’t that be beautiful? 🖤🙏🏽 That’s what would truly #LiberateMentalHealth #BLDPWR ⠀ ⠀ Book recommendation: Post Traumatic Slave Syndrome by Joy DeGruy ⠀ Accounts that I mentioned in the video @mvmnt4blklives @osopepatrisse @docmellymel @blmlosangeles @cpdaction @housingjustice4all @sistersong @blackvisionscollective @ignitekindred @thedreamdefenders @texas_organizing_project ⠀ ⠀ — Kendrick Sampson (@kendrick38)

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Durante o vídeo, Kendrick revelou que tem ansiedade severa e falou sobre sua organização BLD PWR é sua grande paixão e compartilhou suas experiências relacionados a sua ansiedade. O ator reafirmou diversas vezes a importância de trabalhar a saúde mental de pessoas pretas e sobre os traumas passados de geração para geração e como isso influência os relacionamentos pessoais e profissionais da comunidade preta. Kendrick também postou alguns Stories, confira:

TRADUÇÃO: Fontes para saúde mental estão disponíveis no bldpwr.com.
Está tudo bem não estar tudo bem. Especialmente agora. Seja bom consigo mesmo e sua jornada de saúde mental.
TRADUÇÃO: Está tudo bem não estar tudo bem. Especialmente agora. Seja bom consigo mesmo e sua jornada de saúde mental.
TRADUÇÃO: Uma das minhas conversas favoritas sobre saúde mental com uma das minhas pessoas favoritas na vida. Disponível no IGTV de Kendrick.
A coisa mais pessoal que eu já escrevi. We neeed a green new deal for mental health.
TRADUÇÃO: Destigmatize a saúde mental. É importante criar espaços seguros na comunidade para ter essas importantes conversas.
TRADUÇÃO: A coisa mais pessoal que eu já escrevi. Nós precisamos de um acordo que envolva saúde mental. ARTIGO: “Kendrick Sampson: Uma carta aberta a crise de saúde mental estadunidense”

Você pode acompanhar todas as postagens diárias sobre o conteúdo e o discurso de outros ativistas no Instagram oficial de Selena.

O Selena Gomez Brasil estará diariamente traduzindo os conteúdos publicados por cada influenciador e publicando-os em nosso site.

Tradução e Adaptação: Equipe Selena Gomez Brasil

Categorias: Instagram; Selena Takeover
Postagem por: Julia Brum
10.06.2020

Após os recentes acontecimentos relacionados a luta racial nos Estados Unidos, Selena Gomez disponibilizou seu Instagram para que influenciadores e ativistas pretos pudessem educar e informar seus seguidores, em busca de uma futura geração justa e sem preconceitos.

Quem assumiu o Instagram da cantora no dia de hoje, 10/6, foi o rapper ativista e ganhador do GRAMMY, Michael Render, conhecido mundialmente como Killer Mike. Confira a apresentação de Selena sobre o cantor:

“Conheçam Michael Render, conhecido profissionalmente como Killer Mike (@killermike). Ele é um ativista, rapper premiado com o Grammy, metade da dupla de rap Run the Jewels e apresentador da série Netflix, “Trigger Warning with Killer Mike”. Ele e sua esposa, Shana, são donos das barbearias da SWAG Shop em Atlanta. Ele também é co-proprietário, com Tip ‘T.I.’ Harris e Noel Khalil, do histórico restaurante Bankhead Seafood em Atlanta. Ele começou a ser ativista quando tinha 15 anos e, na verdade, era um ativista antes de ser um rapper. Hoje, Killer Mike está assumindo meu Instagram!”

Killer Mike utilizou a plataforma de Selena através dos Stories, onde explicou sobre o que pode se feito no momento para apoiar a luta racial e falou sobre o famoso experimento de Jane Elliott. Confira o que o ativista disse:

são grupos como @nextlevelboysacademy @newgeorgiaproject e PAWkids. Você precisa encontrar grupos da SUA comunidade que estão fazendo alguma mudança. #ComeceNaSuaComunidade #DêSuporteASuaComunidade
TRADUÇÃO: Neste momento, muitas pessoas estão perguntando o que podem fazer. Como elas podem fazer a diferença. Eu sempre começo com algo local. Dê suporte a candidatos (a eleição) locais e apoiar grupos de base na sua comunidade. Em Atlanta, para mim, são grupos como @nextlevelboysacademy @newgeorgiaproject e PAWkids. Você precisa encontrar grupos da SUA comunidade que estão fazendo alguma mudança. #ComeceNaSuaComunidade #DêSuporteASuaComunidade
  • NOTA SGBR: O Next Level Boys Academy é uma organização para mentorear adolescentes e jovens “bons” homens que foram pegos em alguma “má” situação, acreditando nestes meninos que seguiram um caminho errado e que possam ser futuros líderes. Já o New Georgia Project tem como objetivo registrar e engajar pessoas das comunidades mais próximas a votarem. A outra organização citada por Killer Mike é a PAWKids, que tem como objetivo ajudar crianças e suas famílias a se capacitarem através dos valores cristãos.
Eu aprecio os protestos e as demonstrações. Além disso, uma das coisas mais importantes que você possa fazer para ajudar sua comunidade
TRADUÇÃO: Eu aprecio os protestos e as demonstrações. Além disso, uma das coisas mais importantes que você pode fazer para melhorar sua comunidade é planejar algo estratégico, se organizar e se mobilizar.
Para as pessoas brancas que querem entender o seu privilégio, eu sempre recomendo a Jane Elliott o experimento "Olhos castanhos, olhos azuis."
TRADUÇÃO: Tenho tristeza, miséria, desesperança; basicamente tudo o que toda pessoa preta sente dentro de si. Sinto tudo isso e acho importante sermos honestos sobre isso. Quando o meu ídolo (@icecube) está falando sobre problemas e deixando o mundo saber que eles existem, isso mostra como muitas pessoas pretas estão se sentindo.
TRADUÇÃO: Para melhorar sua comunidade, obtenha os recursos necessários e complete o censo abaixo. Demora apenas alguns minutos para fazê-lo, mas irá impactar toda a sua vida.
TRADUÇÃO: Para as pessoas brancas que querem entender o seu privilégio, eu sempre recomendo a Jane Elliott o experimento “Olhos castanhos, olhos azuis.”
  • NOTA SGBR: O que é o experimento “Olhos castanhos, olhos azuis”? No dia 5 de abril de 1968, na cidade de Riceville, a professora Jane Elliott fez uma dinâmica com seus alunos após estar indignada com o assassinato de Martin Luther King Jr. A professora de 34 anos resolveu fazer um “jogo” com seus alunos, onde os separou em dois grupos: os que tinham olhos azuis e os que não tinham, determinando que os de olhos castanhos eram superiores. Em pouco tempo, os alunos de olhos azuis rapidamente já foram apelidados com adjetivos pejorativos e se instalou uma ditadura onde os de olhos castanhos eram soberanos. O experimento ocorreu durante uma sexta, e os alunos de olhos azuis passaram perto da experiência do que era ser uma pessoa preta. Na segunda-feira, a professora Elliott informou a seus alunos que tinha errado e que na verdade, os alunos de olhos azuis que eram superiores. Ao contrário do ocorreu primeiramente, os alunos que estavam no poder foram muito menos intensos e não houve uma ‘vingança’ por já terem passado por algo similar e não desejar isso para ninguém. Clique aqui para saber mais sobre a Professora Jane Elliott e a repercussão do experimento.
TRADUÇÃO: Tenho solidariedade com pessoas que se parecem comigo e com pessoas que entendem a luta e estão tentando fazer a diferença.

Você pode acompanhar todas as postagens diárias sobre o conteúdo e o discurso de outros ativistas no Instagram oficial de Selena.

O Selena Gomez Brasil estará diariamente traduzindo os conteúdos publicados por cada influenciador e publicando-os em nosso site.

Tradução e Adaptação: Equipe Selena Gomez Brasil

Categorias: Instagram; Selena Takeover
Postagem por: Julia Brum
09.06.2020

Após os recentes acontecimentos relacionados a luta racial nos Estados Unidos, Selena Gomez disponibilizou seu Instagram para que influenciadores e ativistas pretos pudessem educar e informar seus seguidores, em busca de uma futura geração justa e sem preconceitos.

Na tarde de hoje, 09/6, Selena cedeu seu Instagram para o doutor Ibram X. Kendi, historiador especializado em racismo e diretor do Centro de Pesquisa Antiracista. Confira a apresentação de Kendi feita por Selena:

“Por favor, conheçam o professor Ibram X. Kendi (@ibramxk). Ibram é um historiador sobre racismo, autor número 1 dos livros mais vendidos da New York Times e diretor do Centro de Pesquisa Antiracista @bostonu. Ele é um escritor colaborativo no @theatlantic e correspondente do canal  @cbsnews. Ele é o autor de quatro livros, incluindo ‘STAMPED FROM THE BEGINNING: A história definitiva do racismo na América’, que foi premiado na Premiação Nacional de Literatura, ‘COMO SER ANTIRRACISTA’, e o livro ‘STAMPED: Racismo, antirracismo e você’, co-escrito por @jasonreynolds83. Seu primeiro livro infantil, ‘BEBÊ ANTIRRACISTA’ será lançado na próxima semana. Ele assumirá meu Instagram hoje.”

Ibram postou um vídeo no IGTV, explicando como ser antirracista. Confira abaixo o texto que foi publicado com o vídeo e o que o historiador disse no mesmo:

“Nós escutamos muitos americanos – policiais, políticos, familiares, talvez você mesmo – dizerem que “não são racistas”. Qual é o problema de ser “não racista”? É uma afirmação que significa neutralidade: “Eu não sou racista, mas também não sou agressivamente contra o racismo”. Mas não há neutralidade na luta contra o racismo. O oposto de “racista” não é “não racista”. É “antirracista”. ⠀

Qual é a diferença entre um racista e um antirracista? Um racista acredita na ideia de uma hierarquia racial; um antirracista vê os grupos raciais iguais. Um racista acredita que os problemas estão enraizados em grupos de pessoas; um antirracista localiza as raízes dos problemas no poder e na política. Negação é o batimento cardíaco do racismo; confissão é o batimento cardíaco do antirracismo. Para ser um antirracista, precisamos parar de negar que temos idéias racistas, que de alguma forma apoiamos políticas racistas, que às vezes estamos sendo racistas. Devemos reconhecer nosso próprio racismo para começar nossa jornada antirracista.

Espero que os recursos que estou compartilhando nos Stories hoje ajudem você em sua jornada diária e ao longo da vida a se esforçar para ser um antirracista.”

Doutor Ibram X. Kendi.

  • Durante o vídeo, o doutor e professor Ibram X. Kendi falou sobre como ser um antirracista é um exercício diário, além de dizer 5 dicas sobre como ser um antirracista: O primeiro passo é reconhecer o nosso próprio racismo e parar de negar que temos ideias racistas. O professor completa que devemos estar constantemente olhando por nossas atitudes e nos avaliando. O segundo passo é confessar suas ideias racistas. Confessar suas atitudes antigas e suas atitudes atuais. O terceiro passo seria definir os termos “racismo” e “antirracismo”. O professor explicou que ser antirracista não é algo que está instalado em cada um e que em um momento você pode ser antirracista e no momento seguinte ser racista, reafirmando novamente a importância de reavaliar constantemente suas atitudes e seus pensamentos. Segundo Ibram, o quarto passo seria identificar os sistemas racistas. É necessário parar de encobrir essas politica racista em nossas instituições, vizinhança, estado e nação. Kendi finaliza dizendo que o último passo seria trabalhar para modificar estes sistemas racistas. É necessário descobrir quem tem o poder para alterar essas políticas e dar apoio a essas organizações e manifestações.

O professor também postou nos Stories de Selena, onde recomendou alguns livros sobre o assunto e sobre como ser um antirracista. Confira:

TRADUÇÃO: Mais recomendações de livros nos próximos stories.
By not running from the books that pain us, we can allow them to transform us. I ran from antiracist books most of my life. But now i can't stop running after them - scrutining myself and my society, and in the process changing both.
TRADUÇÃO: Eu escrevo livros que ajudam pessoas a mudarem a si mesmo para que assim eles possam mudar a sociedade. Livros são ferramentas para uma transformação.
TRADUÇÃO: Ao não fugir dos livros que nos prejudicam, podemos permitir que eles nos transformem. Eu fugi de livros antirracistas a maior parte da minha vida. Mas agora, não consigo parar de correr atrás deles – examinando a mim e a minha sociedade e, no processo, mudando ambos.
It happens for me in successive steps, these steps to be an antiracist
TRADUÇÃO: Acontece que para mim em etapas sucessivas, essas etapas para ser um antirracista.
A mission to uncover and critique America's life of racist ideas turned into a mission to uncover and critique my life of racist ideas. which turned into a lifelong mission to be antiracist
TRADUÇÃO: Uma missão para descobrir e criticar a vida americana e suas idéias racistas se transformou em uma missão para descobrir e criticar minha vida e minhas idéias racistas, que se transformou em uma missão para toda vida de como ser anti-racista.
Eu compartilhei alguns dos momentos mais vergonhosos de minha vida: momentos quando eu estava 
moments when i was hardly beign antiracist, moments when i was trafficking in anti-blackness, moments when i was challenged and ended up challenging myself to join the struggle to build and antiracist society of equity and justice for all.
TRADUÇÃO: COMO SER ANTIRRACISTA foi o meu livro mais difícil de escrever pois eu compartilhei minha própria história de antirracismo. Eu compartilhei alguns dos momentos mais vergonhosos de minha vida: momentos em que eu dificilmente era antirracista, momentos em que estava traficando anti-negritude, momentos em que fui desafiado e acabei me desafiando a juntar-me à luta para construir e combater a sociedade antirracista com igualdade e justiça para todos. Leia mais sobre o inicio de minha jornada.
TRADUÇÃO; Racista e antirracista não são identidades fixas. O que nos dizemos sobre raça, o que nos fazemos relacionados a raça, em cada momento, determina o que – não quem – somos.

O livro de Ibram X. Kendi, “Como ser antirracista” foi traduzido em português pela editora Alta Cult no Brasil e você pode adquiri-lo através dos links: Amazon e Travessa.

Você pode acompanhar todas as postagens diárias sobre o conteúdo e o discurso de outros ativistas no Instagram oficial de Selena.

O Selena Gomez Brasil estará diariamente traduzindo os conteúdos publicados por cada influenciador e publicando-os em nosso site.

Tradução e Adaptação: Selena Gomez Brasil

Postagem por: Julia Brum
09.06.2020

Com os acontecimentos recentes relacionados ao “Black Lives Matter” e a luta racial nos Estados Unidos, Selena Gomez abriu sua maior plataforma para influenciadores pretos educar e informar seus seguidores, em busca de uma futura geração justa e sem preconceitos.

No dia de hoje, 08/6, Selena cedeu seu Instagram para a professora Sarah Elizabeth Lewis, historiadora especializada em história da arte e história africana na mundialmente conhecida universidade, Harvard. Confira a postagem de apresentação de Lewis:

“Conheçam a professora Sarah Elizabeth Lewis (@sarahelizabethlewis1 e sarahelizalewis no Twitter). Ela ensina história da arte e estudos africanos e norte americanos na Universidade de Harvard, com foca na relação entre imagens, raça e justiça. Ela é a força por trás do projeto  #VisionandJustice, a edição histórica da revista @Aperturefnd, o currículo de estudos de Harvard e da conferência @visionandjustice. Seu primeiro livro, “The Rise”, é sobre o papel da arte para superar as falhas e sua palestra no TED Talk recebeu mais de 2.7 milhões de visualizações. Antes de ir para Harvard, ela foi curadora no MoMA e no Tate Modern em Londres, além de ser graduada em Harvard, Oxford e Yale. Em 2019, ela foi o ato principal na inauguração do Freedom Scholar Award por seu trabalho com raça e justiça na América, apresentado pela Associação pelo Estudo da Vida e História Afro-Americana.”

Confira a postagem da professora Lewis e sua tradução:

“O que nos liderou até esta crise racial?

A história nos mostra que a cultura – fotografia, filmes, música, literatura – não apenas a legislação, nos levou até esta crise racial e o nosso foco na brutalidade policial. A cultura é uma ferramenta poderosa. Cria narrativas que podem honrar a vida humana ou denegri-la.

A lei por si só não resultou na morte de George Floyd, Breonna Taylor, Sandra Bland, Travyon Martin ou qualquer outra vida sem nome perdida devido ao terror racial. A legislação combinado à cultura molda nossas narrativas sociais. Pode justificar preconceitos e estereótipos com consequências mortais. ⠀

Mas esta também é a boa notícia. Isso significa que todos temos um papel a desempenhar pela forma como moldamos, produzimos e nos envolvemos com a cultura que nos rodeia. ⠀

Esta é uma aula do Instagram de 1 dia chamada “Como ver em uma crise racial”. Você receberá um novo conjunto de ferramentas nas postagens e stories através de conhecimento e artistas a seguir. Nossos 4 tópicos:

1) Terror racial como cultura (qual é a conexão entre a história do linchamento e a violência racial que estamos testemunhando hoje?) ⠀

2) Viés racial em mídia, fotografia e tecnologia (discutiremos como os estereótipos e contra-narrativas são reforçados pela cultura)

3) O vínculo cultural entre policiamento e escravidão (como as patrulhas de escravos, a vigilância de corpos negros por meio da Lei dos Escravos Fugitivos e o aluguel de condenados ajudaram a desenvolver nossa força policial?) ⠀

4) O poder da praça pública (o que significa ainda ter monumentos confederados em público?) ⠀

Estas são 4 arenas do nosso campo de batalha cultural: Mídia, Imagens, Símbolos Públicos e Espetáculos. O terror racial afetou todos eles. Como escolhemos ver cada dia pode ser uma forma de ativismo diário. Entender isso é a missão do projeto @visionandjustice.

Poste nos comentários e eu responderei com o máximo de perguntas que puder! Saúdo Selena Gomez por transformar sua plataforma para fins de educação e justiça para todos. Obrigado! Agradecimentos especiais a @radcliffe.institute, @fordfoundation, Whiting Foundation, Lambent Foundation, @hutchinscenter, @americanrep, @harvardartmuseums, @aperturefnd, meus colegas, estudantes e todos os outros por seu apoio. Por favor, esteja bem e seguro!”

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“What led to this racial crisis?” ⠀ ⠀ History shows us that culture—images, films, music, literature—not law alone, has led to this racial crisis and our focus on police violence. Culture is a powerful tool. It creates narratives that can honor human life or denigrate it.⠀ ⠀ Law alone did not result in the deaths of George Floyd, Breonna Taylor, Sandra Bland, Travyon Martin, or any of the other unnamed lives lost due to racial terror. Law combined with culture shapes our social narratives. It can justify biases and stereotypes with deadly consequences. ⠀ ⠀ But this is also the good news. It means that we all have a role to play by how we shape, make, and engage with the culture around us. ⠀ ⠀ This is a 1 day Instagram class called, “How to See in a Racial Crisis.” You will get a new set of tools in the posts and stories through resources and artists to follow. Our 4 topics:⠀ ⠀ 1) Racial Terror as Culture (What is the connection between the history of lynching and the racial violence we are witnessing today?)⠀ ⠀ 2) Racial Bias in Media, Photography, and Tech (We’ll discuss how stereotypes and counternarratives are reinforced by culture)⠀ ⠀ 3) The Cultural Tie between Policing and Slavery (How did slave patrols, the surveillance of black bodies via the Fugitive Slave Act, and convict leasing help develop our police force?) ⠀ ⠀ 4) The Power of the Public Square (What does it mean to still have Confederate monuments in public?)⠀ ⠀ These are 4 arenas of our cultural battleground: Media, Images, Public Symbols, and Spectacles. Racial terror has impacted them all.⠀ ⠀ How we choose to see each day can be a form of daily activism. Understanding this is the mission of the @visionandjustice project. ⠀ ⠀ Please post in the comments and I’ll engage with as many of your questions as I can! I’m saluting Selena Gomez for turning over her platform for the purpose of education and justice for all. Thank you! Special thanks to @radcliffe.institute, @fordfoundation, Whiting Foundation, Lambent Foundation, @hutchinscenter, @americanrep, @harvardartmuseums, @aperturefnd, my colleagues, students, and many more for their support. Please be well and safe!⠀ ⠀ — @sarahelizabethlewis1

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Confira abaixo as publicações no Instagram Stories feito por Sarah:

TRADUÇÃO: Qual é o papel da cultura para a justiça? Como a cultura nos levou ao terror racial que estamos testemunhando hoje? Como a cultura pode trabalhar para uma mudança? Ouça alguns destaques do primeiro dia da Convenção de Visão e Justiça em Harvard.
TRADUÇÃO: Durante a Guerra Civil Americana, Frederick Douglass argumentou que as fotografias seriam tão importantes quanto o combate. Como as imagens foram usadas para cimentar o racismo e os estereótipos? Baixe o livro de graça, “Vision and Justice: A Civic Curriculum para aprender mais.
TRADUÇÃO: Como o @darrencwalker diz melhor: Arte conduz para a empatia e a empatia conduz a justiça. A incrível artista @carriemaeweems nos deu um exemplo. Ela é uma profeta.
Televisão e filme impactam na nossa visão sobre policiamento. 
A @colorofchange pesquisou como as séries criminais nos prejudica sobre o sistema de justiça criminal. Esta é uma pequena parte do porque a série de Ava DuVernay, "Os Olhos que Condenam" é tão inovadora.
TRADUÇÃO: A @joyfulcode está aqui em uma máscara branca para eliminar o viés racial da tecnologia enquanto ela codifica. Esse viés racial afeta tudo, desde decisões de empréstimo até policiamento. Agora ela está trabalhando com outras pessoas para lutar contra a Liga da Justiça Algorítmica.
TRADUÇÃO: A lei do escravo fugitivo em 1850 tornou transformou a observação em um ato de vigilância racial. Henry Louis Gates Jr. conta mais para nós sobre a diferença entre policiamento e escravidão aqui.
TRADUÇÃO: A televisão e o cinema impactam na nossa visão de política. A @colorofchange pesquisou como as séries criminais nos prejudica sobre o sistema de justiça criminal. Esta é uma pequena parte do porque a série de Ava DuVernay, “Os Olhos que Condenam” é tão inovadora.
Racial terror has long been a tool of the system to reinforce racial hierarchies. Teaching about this topic is the hardest thing for me to do, but you have to see the pictures.
TRADUÇÃO; O viés racial é incorporado na fotografia. Lorna Roth pesquisou como a pele clara se tornou um filtro para o cinema. Somente quando as empresas de chocolate e móveis de madeira reclamaram que o filtro da kodak mudou. Essa história ainda afeta a tecnologia digital hoje.
TRADUÇÃO: O protesto persiste da escravidão até hoje. Nós saudamos você.
TRADUÇÃO: O terror racial tem sido uma ferramenta do sistema para reforçar as hierarquias raciais. Ensinar sobre esse tópico é a coisa mais difícil para mim, mas você precisa ver estas fotografias. Linchamentos eram como espetáculos. As fotos se tornavam cartões de visita. As multidões podiam ser acima de 10 mil pessoas. Pessoas pretas eram linchadas mesmo sem nunca terem sido condenadas por qualquer crime. Ouça a conversa de Kerry James Marshall sobre como esse linchamento nos impactou.
TRADUÇÃO: O extraordinário Bryan Stevenson debateu sobre como a monumentos confederativos criam uma narrativa sobre hierarquia racial na vida americana.
TRADUÇÃO: “As artes vem sendo uma forma de recuperar a minha lealdade a uma comunidade que me considera, uma comunidade que constantemente leva outros em consideração… – @yarashahidi”. Uma jovem rainha.
TRADUÇÃO: O questionamento por direitos na América está sendo uma longa jornada por visão e justiça. Requer pessoas como Kehinde Wiley que trabalham com cultura. A decisão de Selena de abrir a sua plataforma é um ótimo exemplo. Classe, estão dispensados por hoje mas a escola da justiça nunca tem intervalo.

Você pode acompanhar todas as postagens diárias sobre o conteúdo e o discurso de outros ativistas no Instagram oficial de Selena.

O Selena Gomez Brasil estará diariamente traduzindo os conteúdos publicados por cada influenciador e publicando-os em nosso site.

Tradução e Adaptação: Selena Gomez Brasil

Postagem por: Rebeca Gois
09.06.2020

Como temos acompanhado nos últimos dias, Selena Gomez cedeu espaço em seu maior perfil nas redes sociais – o Instagram – para influenciadores e líderes da luta por justiça racial nos Estados Unidos. Com a ação, Selena abre mão de um pouco de seu privilégio em favor de uma causa que vai definir o futuro dessa geração.

A terceira influência a assumir o Instagram de Selena é a professora Kimberlé Crenshaw, ela é responsável pelo conteúdo deste domingo, 07/6. Veja sua apresentação:

“Conheça Kimberlé Crenshaw (@kimberlecrenshaw – sandylocks no Twitter). Você pode ter ouvido falar de “interseccionalidade”, “Teoria Crítica da Raça” e “#SayHerName“, mas não fazer ideia de onde isso veio. Kimberlé é co-fundadora do Fórum de Políticas Afro-Americanas (@aapolicyforum), hospeda pelo podcast @intersectionalitymatters, ensina direito na UCLA e na Columbia e modera a série semanal de conversas “Under The Blacklight”. Hoje ela estará assumindo meu Instagram!”

  • NOTA SGBR: “Interseccionalidade”, segundo Kimberlé, são “sistemas discriminatórios” (como racismo, patriarcado, opressão de classe, etc), que se sobrepõem ou se entrecruzam, criando ligações complexas que atingem especialmente mulheres marginalizadas. Assim, mulheres pretas e pobres, pretas e lésbicas, pretas e deficientes (por exemplo) seriam atingidas por opressões distintas porém interconectadas que as colocariam em situações de maior vulnerabilidade do que outras. Ela chama essa situação de “opressão interseccional”.
    Já a “Teoria Crítica da Raça”, é um novo ramo de estudos que apontam a raça como principal lente de análise da realidade – Kimberlé é uma das precursoras desse campo de estudos.

Em seu post principal na conta de Selena, a defensora dos direitos civis falou sobre a brutalidade policial contra a mulher preta e o início do movimento #SayHerName. Veja:

“Muito obrigada, Selena! Meu nome e Kimberlé Crenshaw (@kimberlecrenshaw).

Após as mortes de Eric Garner e Michael Brown pela polícia, em 2014, o Fórum de Políticas Afro-americanas se juntou a milhares de outras pessoas em protesto contra a brutalidade policial, marchando sob uma bandeira com os nomes de mulheres pretas assassinadas pela polícia.

Quando não ouvimos os nomes delas, começamos a clamar ‘Digam! Seus! Nomes!’. Foi assim que o nosso movimento #SayHerName começou. Ao trabalhar com famílias de mulheres que foram assassinadas, nós resistimos contando suas histórias.

Não podemos consertar um problema que não podemos ver. Junte-se a nós nessa luta. Clique aqui.” 

Veja e entenda as imagens e links compartilhados por Kimberlé no Instagram Stories.

Tradução: aprenda sobre interseccionalidade e racismo estrutural com alguns dos líderes pensadores do mundo em meu podcast.
Tradução: Apoie nossa peça ‘#DigaONomeDela: Histórias que deveriam ter acontecido’; Inspirada em histórias do movimento #SayHerName;
Tradução: Visualizando o racismo estrutural. Oportunidade igual é um mito. Assista ao vídeo (clique aqui).
  • NOTA SGBR: Racismo estrutural é um termo usado para revelar a prática que existem sociedades com base na discriminação que privilegia algumas raças e causa desvantagens a outras. No Brasil, nos outros países americanos e nos europeus, essa distinção favorece pessoas brancas e desfavorece pretos e indígenas, por exemplo. Um alerta do racismo estrutural no Brasil é o fato de a população preta representar mais da metade da população do país (54%) e a maioria dos políticos no Congresso (96%) serem brancos, ou atores e atrizes em novelas com o estereótipo branco-europeu.
Tradução: Assista ao meu TED Talk ‘A Urgência da Interseccionalidade’. (clique aqui)
Tradução: Breonna foi assassinada. Os policiais que a mataram continuam recebendo salário. #JusticeForBreonnaTaylor. Ajude assinando essa petição.
Tradução: Todas essas mulheres pretas foram assassinadas pela polícia no Texas. Suas vidas importavam. Pensando no por quê vocês não conhecem suas histórias. Saiba mais aqui.
Tradução: A conversa continua nesta quinta, com Kerry Washington. Assista ‘American Son’ na Netflix.

Você pode acompanhar todas as postagens diárias com o discurso de outros ativistas no Instagram oficial de Selena.

O Selena Gomez Brasil traduzirá diariamente os conteúdos publicados por cada influenciador.

Tradução e Adaptação: Equipe Selena Gomez Brasil

Postagem por: Julia Brum
08.06.2020

Com os acontecimentos recentes relacionados ao “Black Lives Matter” e a luta racial nos Estados Unidos, Selena Gomez abriu sua maior plataforma para influenciadores pretos educarem e informarem seus seguidores, em busca de uma futura geração justa e sem preconceitos.

A primeira pessoa convidada por Selena para assumir seu Instagram é a ativista Alicia Garza, co-criadora do movimento ativista “Black Lives Matter”. Confira a postagem apresentação de Alicia:

“Por favor, conheçam Alicia Garza (@chasinggarza). Ela é a co-criadora do “Black Lives Matter”, ela comanda o @BlackFuturesLab, para manter a comunidades preta poderosa, tem seu próprio podcast, o @ladydonttakenopod, e é uma força diária de mudanças. Alicia irá assumir minha conta hoje.”

  • NOTA SGBR: O que é o Black Futures Lab? Black Futures Lab é uma organização social e politica que tem como objetivo dar poder a pessoas pretas, engajando-as a votar e utilizando o poder político para modificar problemas sociais na América, combinando tecnologia e métodos tradicionais já utilizados por organizações ativistas para alcançar o máximo de pessoas pretas possíveis. Você pode conhecer mais sobre a organização e sua iniciativa através do site oficial deles, clicando aqui.

Confira a postagem de Alicia na conta principal de Selena:

“Olá, meu nome é Alicia Garza (@chasinggarza)!

Eu sou uma das co-criadoras do @blklivesmatter e comando o @blackfutureslab onde nos trabalhamos para tornar a comunidade preta poderosa na política. Tirei um momento aqui para falar o que está acontecendo, o porque as pessoas estão protestando e fornecendo maneiras de como você pode participar. Obrigada Selena por nos dar esta plataforma! E obrigada a todos que estão nos escutando. Dê uma olhada nos meus Stories para informação e saber como se envolver neste momento e depois. Falo com todos vocês em breve.”

No vídeo, Alicia agradeceu Selena pelo apoio e falou sobre como pessoas pretas estão sendo assassinadas pela policia. A ativista conversou sobre como o problema acontece há décadas e que as pessoas estarem protestando neste momento é um reflexo de como estão cansadas de todos esses ataques. Ao falar de sua organização, Alicia conversou sobre como é importante, em momentos difíceis como este, se organizar e planejar as mudanças que queremos em nossa sociedade. A influenciadora finalizou o vídeo dizendo que seu principal foco no “Selena Takeover” era repassar informações e contas que pudessem auxiliar a que atitudes podem ser tomadas e como dar suporte ao “Black Lives Matter”: “Nós temos muito o que fazer, mas eu sei que se nós ficarmos juntos e elevarmos nossas vozes ao mesmo tempo, nós podemos mudar algo.” – Alicia Garza

Confira as postagens de Alicia no Intagram Stories:

TRADUÇÃO: Leia este artigo para saber o que você pode fazer neste momento e continuar fazendo depois.
TRADUÇÃO: “Nos ajude alcançar políticos e manter a comunidade preta poderosa.”
TRADUÇÃO: Você pode mudar isto. Se envolva direito agora mesmo se registrando para votar e VOTE!
TRADUÇÃO: Da política para os protestos, de lares a assistência médica, todos nós merecemos mais. Quando nos organizamos e temos um plano, nós realmente podemos mudar as coisas que não gostamos neste país.
TRADUÇÃO: Entre no link para saber mais e dar suporte a estre trabalho doando o que puder.
TRADUÇÃO: Siga esta organização para se envolver em trabalhos que dá suporte a luta pela justiça racial.
TRADUÇÃO: Obrigada Selena Gomez por me ceder seu Instagram hoje.

Você pode acompanhar todas as postagens diárias sobre o conteúdo e o discurso de outros ativistas no Instagram oficial de Selena.

O Selena Gomez Brasil traduzirá diariamente os conteúdos publicados por cada influenciador.

Tradução e Adaptação: Equipe Selena Gomez Brasil

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