Postagem por: Rebeca Gois
17.09.2019

O engajamento de Selena Gomez com causas sociais não é novidade, mas seu envolvimento com a comunidade latina tem aumentado significativamente nos últimos anos. Nos últimos meses, a cantora se posicionou publicamente sobre as questões de imigração nos Estados Unidos pelo menos três vezes em seu perfil no Instagram – veja aqui – e, hoje, 17, ela revelou, também em seu Instagram, que tem trabalhado com a Netflix em uma nova série documental sobre a vida de famílias imigrantes que tentam ganhar a vida nos Estados Unidos.

“Eu escolhi produzir esta série, Living Undocumented, porque nos últimos anos, a palavra ‘imigrante’ aparentemente se transformou em uma palavra negativa. Minha esperança é que a série possa esclarecer o que é viver neste país como um imigrante sem documentação primeiramente, com as pessoas corajosas que escolheram compartilhar suas histórias”, compartilhou Selena em entrevista.

A série vai acompanhar a vida de oito famílias imigrantes que estão tentando, junto ao governo americano, conquistar as documentações necessárias para deixarem de ser ilegais no país. Todas as famílias concordaram em ser filmadas e não correm risco de deportação com a exposição do documentário.

O objetivo do documentário é colocar rostos nas pessoas que são discriminadas por serem imigrantes nos Estados Unidos. “Queremos que os telespectadores ouçam diretamente dos imigrantes, com suas palavras, com todo o poder e emoção que suas histórias refletem”, disse Aaron Saidman, da equipe de produção da série.

“Living Undocumented” estreia mundialmente na plataforma em 2 de outubro. 

Confira o trailer.

 

Categorias: Notícias
Postagem por: Julia Brum
11.09.2019

No dia 9 de setembro, surgiram rumores de que Selena Gomez estaria produzindo um documentário sobre a sua vida e carreira, após a cantora ser vista com uma equipe de filmagem visitando a sua cidade natal, Grand Prairie no Texas. A cantora, que também foi vista ano passado na Alemanha com uma equipe de filmagem, visitou a casa onde cresceu e a escola que frequentou quando criança. Os rumores de que Selena realmente estava gravando um documentário foram confirmados através da própria escola que a cantora visitou, confira a nota publicada:

A atriz e cantora Selena Gomez fez uma parada em sua antiga escola no final da tarde para dizer oi à diferentes turmas e se reconectar com antigos professores. A cantora de 27 anos está filmando um documentário sobre memórias de sua infância e sua cidade natal. Ela estava passando pela área e decidiu aparecer na escola. “Nesta viagem, eu queria levar minha melhor amiga Courtney e também algumas pessoas da minha gravadora apenas para mostrar a eles onde cresci e como tenho orgulho de onde eu sou”, explicou Gomez.

Ainda não se tem a confirmação sobre para que o documentário está sendo produzido, porém há grandes apostas de que ele será lançado junto com o próximo álbum da cantora, que tem data prevista para 2020, segundo sua empresária. Confira fotos e vídeos de Selena em sua viagem:

 

Texto e Adaptação: Selena Gomez Brasil 

 

 

Categorias: DVD; Fãs; Galeria; Notícias; SG2
Postagem por: Samuel Rodrigues
26.08.2019

Na tarde desta segunda-feira (26), a revista estadunidense Variety publicou sua resenha do filme “A Rainy Day In New York”, co-estrelado por Selena Gomez. O longa, com 92 minutos de duração, foi dirigido por Woody Allen e abrirá a 45ª edição do Deauville American Film Festival no dia 6 de setembro na França. Confira, abaixo, a matéria traduzida:

Dois filmes atrás, com “Café Society”, Woody Allen abriu o Festival de Cannes. Na última vez, com “Wonder Wheel”, de 2017, ele fechou o New York Film Festival. Seu último filme, a primeira casualidade da reviravolta quando a Amazon Studios desistiu de seu contrato de quatro filmes com o diretor, estreou há um mês no leste europeu antecedendo o lançamento regional irregular e a abertura do Deauville Festival of American Film na França. Com o maior respeito por Deauville, sem mencionar a nação da Polônia, o lançamento de “A Rainy Day In New York” parece um passo para baixo; até você assistir e perceber que pode ser significativamente mais generoso do que o filme merece.

Apesar de apresentar alguns dos melhores atores de suas respectivas gerações, “A Rainy Day In New York” parece um filme nascido de profunda exaustão criativa. É uma “cópia” do território que Allen já cobriu antes, mas, enquanto o mesmo pode ser dito sobre quase todo os últimos trabalhos de sua carreira, raramente as engrenagens tocam tão alto, e nunca antes os escritores sentiram isso cronicamente fora de fase com a era que descreve. Os dois últimos filmes de Allen tiveram ajustes de período, o que diminuiu o potencial de anacronismos chocantes para o olho moderno. Mas os protagonistas de “A Rainy Day In New York” são jovens brilhantes da geração Y/Z que habitam uma América aparentemente contemporânea, porém modelam comportamentos que estariam fora de moda se estivessem no final da casa dos cinquenta. Final dos anos 50. Isso é supostamente 2019, mas um mordomo com um telegrama em uma bandeja de prata pareceria mais plausível do que, digamos, uma conversa no WhatsApp.

O papel romântico é interpretado pelo charmoso Timothée Chalamet, que precisa de toda a sua sensibilidade casualmente desconfiada para nos convencer de que ele não é constantemente jogado pelas janelas do andar de cima quando as pessoas descobrem que o nome de seu personagem é Gatsby Welles. Gatsby, aparentemente, recuou incessantemente para um passado em que jovens de 23 anos usam casacos de lã e um léxico de cultura pop composto inteiramente de aforismos de Cole Porter, o que é um brilhante e rico, mas sem direção, que frequenta o frondoso e fictício Yardley College. Ele ganha milhares de dólares sem esforço toda vez que participa de um jogo de pôquer, e está namorando Ashleigh (Elle Fanning), jornalista e fã de combinações de suéter e saia formais.

Se Gatsby é uma criatura extinta reanimada, Ashleigh é um unicórnio inteiramente mitológico. Ela é totalmente ingênua; um ditz competente e carreirista; uma estudante séria que, de alguma forma, confunde a letra da canção “In the roaring traffic’s boom/In the silence of my lonely room” para Shakespeare – da conhecida série de sonetos de trânsito do Bardo, presumivelmente. Mas, na maior parte, ela é uma rica e luminosa rainha do Arizona cujo aguçado conhecimento jornalístico, acoplado de maneira impossível à sua admiração sincera e sofrida, poderia resgatar Roland Pollard (Liev Schreiber), o grande diretor que irá entrevistar em Manhattan.

Tudo isso estraga os planos do Gatsby para um fim de semana de refeições sofisticadas, hotéis de luxo e coquetéis à noite ouvindo piano de jazz, evitando a arrogância de sua mãe. Ashleigh parte em uma encenação prolongada envolvendo o roteirista do filme inacabado (Jude Law), sua esposa infiel (Rebecca Hall) e um famoso galã (Diego Luna) que completa o trio de homens inadequados à idade disputando suas atenções volúveis. Enquanto isso, Gatsby percorre as ruas de Manhattan em um funk e acaba estrelando um curta-metragem de um amigo, no qual, pobre rapaz, ele tem que beijar Shannon (Selena Gomez), a irmã mais nova de uma garota que ele costumava namorar.

Gomez revela o melhor do elenco mais jovem, abrindo caminhos através de algumas das melhores filmagens, como sua divertida reação quando Gatsby lhe diz que sua namorada é de Tucson: “Sobre o que vocês falam? Cactus?”. E sim, esse é realmente um dos momentos mais engraçados: em outros lugares, as piadas que caem acontecem sem jeito, geralmente às custas de uma das harpias, prostitutas ou destruidores de corações que compõem as mulheres do filme, como a irmã de Shannon, que fez sexo oral em um bar mitsvá ou a noiva do irmão de Gatsby (Annaleigh Ashford) com sua risada irritante ou a profissional do sexo (Kelly Rohrbach) que Gatsby contrata para representar Ashleigh, que, “cof cof”, “não se pode esperar que viva de mãos dadas”.

Ainda assim, a falta de graça é apenas o atributo mais desanimador de “A Rainy Day In New York”. Os personagens secundários são subdesenvolvidos e bizarramente inconsequentes, como o amigo de escola de Gatsby (Ben Warheit), que aparece apenas para cunhar o burnup Classic e relacionar imediatamente o nome “Ashleigh” a Ashley Wilkes de “E o Vento Levou”, porque essa é uma América alternativa que aparentemente não produziu mulheres Ashley / Ashleigh / Ashlees a granel nas décadas desde 1939. Até mesmo a geralmente deliciosa cinematografia de Vittorio Storaro parece cansada e desconsiderada: está molhada e cinza do lado de fora, mas as janelas deixam entrar sol suficiente para banhar o interior em um brilho tão doce que é praticamente pegajoso. As cenas são bloqueadas de maneira desigual, às vezes colocando os atores em uma proximidade não natural, apesar da amplitude dos cenários, em um esforço mal sucedido, talvez, para provocar alguma química. Não funciona e, com muitos dos artistas, aparentemente ruminando as gesticulações excessivamente enfatizados de Allen, há uma ansiedade de baixo nível de que eles podem acertar um ao outro acidentalmente.

Eventualmente, torna-se bastante enfurecedor que Fanning, especialmente, possa ser tão adorável, enganada e irrefletidamente abandonada, sem notas consistentes para jogar e enviada para os becos sem saída digna de um enredo que não tem lugar para ir e nada para fazer quando chegar lá. O roteiro descarta sua caracterização de novo e de novo, como se fosse uma capa de chiclete presa a um sapato, mesmo enquanto a câmera passa por cima dela – o olhar aqui, exceto por uma cena imprudente que faz com que ela termine de calcinha, é menos pervertido do que estranhamente bajulador e inteiramente incompreensível.

É impiedosamente claro até que ponto as sensibilidades de Allen vão, não apenas da geração milenar que ele está ostensivamente descrevendo, mas também das mulheres de seu próprio catálogo (algumas das personagens femininas mais indeléveis, maravilhosas e idiossincráticas do cânon americano) e quase tão depressivas, diferente da visão intensamente romântica que ele sempre usou para se comunicar com sua outra grande musa, Manhattan. É “Um dia chuvoso em Nova York”, mas não chove, derrama.

Categorias: Notícias
Postagem por: Rebeca Gois
13.08.2019

De acordo com o site especializado WDD, Selena Gomez está se preparando para lançar uma nova linha de beleza que engloba maquiagem, cuidados com a pele, perfumaria, cuidados com os cabelos, sabonetes e óleos essenciais.

Segundo a matéria, o nome “Selena Gomez” foi patenteado pela July Moon Productions, que é a empresa que cuida da linha de produção da cantora.

Selena ainda não comentou sobre o assunto, mas a cantora tem envolvimento com o ramo desde 2010, quando lançou a linha de roupas “Dream Out Loud”, em parceria com a K-mart, seguindo por sua fragrância homônima e parcerias com marcas mundialmente conhecidas como Pantene, Coach e PUMA.

Fonte: WDD

Tradução e adaptação: Equipe Selena Gomez Brasil

Categorias: Notícias
Postagem por: Samuel Rodrigues
08.08.2019

Na tarde de ontem, 7, o site GossipCop desmentiu, em matéria publicada, o rumor de que Selena e Francia Raisa, que doou rim à cantora, não seriam mais amigas, história sustentada pelo tabloide Radar Online e pela revista Star. Confira, a seguir, a tradução:

Um tabloide afirmou, nesta semana, que Selena Gomez teve uma briga séria com Francia Raisa, sua melhor amiga e doadora de rim. Não há verdade na história. O Gossip Cop pode acabar com isso.

Raisa doou seu rim para Gomez em 2017, quando a ex-estrela da Disney precisou de um transplante devido à sua luta contra o lúpus. Um artigo na última edição da Star diz que a amizade de Gomez com Raisa “acabou”. O motivo? De acordo com a revista, Raisa estava brava com Gomez por supostamente beber e festejar, apesar de ter jurado “abster-se do álcool depois do transplante”. Uma versão dessa história também foi publicada no site irmão da revista: o RadarOnline.

Uma suposta “fonte” foi citada, dizendo que a doadora de Gomez “chamou atenção por beber”, e a acusou de fazer “exatamente o oposto do que ela disse que faria quando se recuperasse”. A fonte acrescenta: “Selena não sabe se ela poderá fazer parte da vida de Francia novamente”, como resultado de ser confrontada por ela.

Gossip Cop checou com uma fonte próxima à cantora, que não conseguiu falar diretamente, mas nos garante que a história é completamente falsa. Nosso informante confiável até mesmo nos disse que Gomez e Raisa saíram juntas recentemente (nesta semana), antes de a revista publicar sua falsa história. As duas ainda são amigas próximas, apesar da revista tentar criar dramas inexistentes.

Os tabloides têm o hábito de inventar histórias falsas sobre a alegada festança da cantora. No ano passado, Gossip Cop desmentiu a Star por falsamente alegar que Gomez estava “em uma festa”, citando um “informante” que disse incorretamente à publicação que “as pessoas estão preocupadas” e a cantora estava “cansada e com os olhos vidrados”, o que não foi o caso.

Embora a cantora tenha passado por dificuldades pessoais ocasionalmente, essa ideia de que ela está constantemente bebendo, festejando e tendo um colapso não é precisa. Independentemente disso, Gossip Cop pode certamente confirmar que a cantora ainda é amiga próxima de Raisa.

Categorias: Notícias
Postagem por: Gabriele Oliveira
06.08.2019

O tão esperado filme ”A Rainy Day In New York” (Um Dia Chuvoso em Nova Iorque), escrito e dirigido por Woody Allen, e que conta com atuação de Selena Gomez, Timothée Chalamet, Jude Law e Elle Fanning, será lançado em alguns cinemas e festivais nos próximos meses.

Aclamando o filme, o dono de uma das maiores distribuidora de cinema da Espanha publicou uma ótima crítica dizendo: ”O filme é tão bom que sentimos que deveria ser assistido por uma grande audiência”.

O site especializado Little White Lies disse: “É uma pena que performances tão boas nunca receberão a atenção que merecem”.

Segundo o enredo da trama, divulgado pelo site IMBd, ‘ARDINY’ é uma comédia romântica onde dois jovens se apaixonam na cidade norte-americana para onde viajaram, ocorrendo uma série de encontros e desencontros.

  “Dois jovens chegam a Nova York para um fim de semana onde se encontram com mau tempo e uma série de aventuras.

O filme faz parte de um acordo entre a Amazon e Woody Allen, que foi abandonado pela mesma após as polêmicas e escândalos sobre acusações de abuso sexual feitas nos anos 90 pela filha adotiva de Allen, ganhares espaço novamente na mídia. Apesar de ter ganhado outras distribuidoras em países da Europa e no Brasil, o filme não deve ter grande receptividade ou divulgação no mercado cinematográfico devido ao “cancelamento” do diretor.

Após a repercussão do caso, parte do elenco se posicionou publicamente e doou o valor lucrado com o filme para organizações que lutam contra abusos na indústria. Selena recebeu muitas críticas por ter aceito fazer parte do filme apesar das polêmicas envolvendo Woody Allen e a filha (pois o assunto não era novidade). Mas, de acordo com a revista People, a atriz anonimamente fez uma doação ao Time’s Up que ultrapassou em, pelo menos, duas vezes o cachê que recebeu com sua atuação no filme.

Mesmo com tantas confusões, o filme foi levado adiante e ganhou um trailer em maio. Confira:

 

Novas imagens promocionais do filme foram divulgada semana passada, aumentando a ansiedade de quem, apesar das polêmicas, ainda espera assistir ao filme.


“A Rainy Day in New York” tem data de estreia prevista no Brasil para 26 de dezembro, com distribuição da Imagem Filmes.

Texto e adaptação: Equipe Selena Gomez Brasil

Categorias: Notícias
Nome: Selena Gomez Brasil (SGBR)
Desde: 21 de Setembro de 2008
Webmiss: Érika Barros
Co-webmaster: Samuel Rodrigues
Design & programação: Dieux Design & Luana Machado
Entre em contato com nosso site